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Dia desses vi na internet a notícia de que um padre foi dar uma palestra para pais sobre primeira comunhão, quando de repente clicou em um slide de conteúdo pornográfico armazenado em seu notebook. A situação foi constrangedora para todos, principalmente para o sacerdote, o qual rapidamente saiu do recinto deixando os pais chocados e revoltados. Também veiculou pela internet a noticia de um pastor em Vicente Pires que assistia pornografia com crianças, filhas de fieis.

Mas seria os relatos acima citados, casos isolados no seio da Igreja?

Obviamente que não.

A triste verdade é que existem milhares e milhares de pessoas acorrentadas pelas cadeias da pornografia, zoofilia, sexo bizarro e todo tipo de deturpação do sexo criado por Deus. Aqui quero usar uma palavra para definir quem é dependente de pornografia, “pornôgrafomano”. Se tal palavra já existe eu não sei, o que sei é que existe muitas pessoas cativas pela pornografia. Parto do principio que, assim como um toxicômano é um Indivíduo dado ao vicio, ao uso de entorpecentes, um “pornôgrafomano” é alguém viciado em pornografia.

São os “pornôgrafomanos anônimos, pessoas acima de quaisquer suspeitas, são anônimas pelo fato de que quando estão a sós dão vazão ao vicio, e depois caem em profundo sentimento de culpa. Muitos são pastores, padres, leigos, religiosos, advogados, médicos, professores, homens, mulheres, solteiros e casados, idosos, crianças, adolescentes e jovens.

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Apocalipse 3:20, Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

A fim de provocar uma reflexão sobre as contradições entre o que Cristo viveu e ensinou, e o que muitas vezes a Igreja vive e ensina, apresento uma situação envolvendo um jovem chamado HERMANOMEU, que após fatos ocorridos na Igreja, ao ler as Escrituras e comparar com os ensinos de sua avó e da Igreja, encontrou-se em uma profunda crise.

Longe de fazer apologia ao mundanismo, pois penso que a Igreja deve ser do “mundo” sem ser “mundana”, quero somente chamar a atenção para muitas das incoerências eclesiásticas contemporânea.

Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com certas denominações, líderes, movimentos, factos ou situações da vida real NÃO terá sido mera coincidência.

Rev. José do Carmo da Silva
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