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Dia desses vi na internet a notícia de que um padre foi dar uma palestra para pais sobre primeira comunhão, quando de repente clicou em um slide de conteúdo pornográfico armazenado em seu notebook. A situação foi constrangedora para todos, principalmente para o sacerdote, o qual rapidamente saiu do recinto deixando os pais chocados e revoltados. Também veiculou pela internet a noticia de um pastor em Vicente Pires que assistia pornografia com crianças, filhas de fieis.

Mas seria os relatos acima citados, casos isolados no seio da Igreja?

Obviamente que não.

A triste verdade é que existem milhares e milhares de pessoas acorrentadas pelas cadeias da pornografia, zoofilia, sexo bizarro e todo tipo de deturpação do sexo criado por Deus. Aqui quero usar uma palavra para definir quem é dependente de pornografia, “pornôgrafomano”. Se tal palavra já existe eu não sei, o que sei é que existe muitas pessoas cativas pela pornografia. Parto do principio que, assim como um toxicômano é um Indivíduo dado ao vicio, ao uso de entorpecentes, um “pornôgrafomano” é alguém viciado em pornografia.

São os “pornôgrafomanos anônimos, pessoas acima de quaisquer suspeitas, são anônimas pelo fato de que quando estão a sós dão vazão ao vicio, e depois caem em profundo sentimento de culpa. Muitos são pastores, padres, leigos, religiosos, advogados, médicos, professores, homens, mulheres, solteiros e casados, idosos, crianças, adolescentes e jovens.

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Mudar… Mudar a maneira de ser, de viver, de se relacionar consigo mesmo/a, com os familiares, com amigos/as ou inimigos/as, com O Sagrado, ou com o profano, tem sido metas que muitos/as buscam, outros se recusam, e alguns conseguem alcançar.

Tal atitude de mudar, pode ser uma arte, uma evolução, um ato de sabedoria, gerador de alegrias e frutifera vida social. Mas pode também ser, um desastre, uma involução, uma insensatez, motivo para tristeza pessoal e comunitária, produzindo exclusão ou auto-exclusão. Estas qualidades antagônicas podem acompanhar ou derivar da vida de quem muda, pois só há duas possibilidades para aqueles/as que desejam e ousam mudar: tornar-se melhor, ou pior. E as consequencias acima citadas, dependerá sempre de qual das duas alternativas supracitadas se escolhe.

Existe também aqueles/as que sabem que precisam mudar, tentam mudar, mas não conseguem, e por tais razões vivem afundados num mundo de conflitos, cheio de culpa, ódio, angustia, amargura e solidão. Este grupo de pessoas precisa de acolhida, amor e ajuda. Há ainda aquelas pessoas que são imutáveis, ou seja, são sempre da mesma maneira, no ser e agir, mesmo a despeito de tudo o que lhes ocorrem, do tempo que passa, das circunstancias da vida, elas continuam as mesmas. São as eternas seguidoras da “filosofia de Gabriela”, personagem da canção de Dorival Caymmi, a qual se firma e afirma sobre si mesma, dizendo:

Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela

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