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“Eternos aprendizes, sim, eternas crianças na fé, não. Somos  vocacionados a crescer. “

Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A Ele seja a glória, agora e no Dia eterno! Amém. – 2 Pedro 3:18

Resiliência-EmocionalÉ comum na criação, que as coisas nasçam pequenas, todavia, é anômalo que continuem pequenas. Deus criou todas as coisas para o crescimento, se observarmos a natureza, com o olhar contemplativo e investigativo, vamos concluir que tudo o que foi criado por Deus é chamado a crescer, isso de forma natural. Ser pequeno é uma fase crucial na vida de praticamente todos os seres, contudo, o crescer faz parte da existência plena que Deus planejou para tudo o que criou.

Até os maiores rios do mundo nasceram pequenos, mas foram crescendo, se agigantando, até que se tornaram imensos e por fim se fundem a lagos ou aos lençóis freáticos. Com poucas exceções, o destino da grande maioria dos rios é se fundir com o mar ou tornar-se um com o oceano. Segundo estudiosos, o Rio Okavango é o único do planeta que foge à tal regra. Okavango, deságua no Deserto da Namíbia. “Conhecido como o rio que nunca encontra o mar, o Okavango desaparece no deserto de Kalahari em 15.000 quilômetros quadrados numa confusão de lagos, canais e ilhas a noroeste de Botsuana.”¹

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032_early_ldrs_azusaNa História da Igreja Cristã fulguram inúmeras obras sobre a vida de grandes homens que sob o poder do Espírito influenciaram o rumo da Igreja de Cristo. É muito fácil de achar nas livrarias ou mesmo na internet livros, revistas, filmes, documentários e etc., sobre Lutero, Calvino, João Wesley e tantos outros reformadores ou santos cristãos que se destacaram em suas épocas e deixaram suas contribuições ao cristianismo moderno. São os “tais” que deixaram marcas profundas na vida de milhares de pessoas.
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Penso que a força de um povo para continuar lutando contra a dominação, o preconceito e a discriminação étnica, está ligada a sua fé, por mais que ao outro ela pareça estranha. A fé é elemento que concede ao individuo, e a sociedade, forças subjetivas, para ter e alcançar objetivos. A fé no etéreo, no transcendente, possibilita, ao homem vencer as vicissitudes do mundo material. Quando os homens perdem a fé, é por que perderam a capacidade de trazer a sua memória, razões que lhes tragam esperanças. E estas razões, muitas das vezes estão na crença de que para além deles e seus duros cotidianos, existem um lugar e alguém maior. A este lugar, alguns povos chamam: “céu”, outros: “seio de Abraão”, outros: “terras sem males”. A este alguém maior, algumas etnias, chamam de Nhandejara, Modimo*, Olorum*, Alá, e outros ainda de Javé.

Pensando isso imaginei a seguinte situação: “Um dia todos os povos do mundo se reuniram para um desafio. Um cristão propôs que, todos os religiosos do mundo, que criam na existência de um deus, se juntassem em uma grande planície e invocassem ao mesmo tempo o nome de sua divindade. O desafio foi aceito, e no dia e hora marcada, em uma grande planície, todas as religiões monoteístas, se reuniram para o grande desafio. Ali estavam além do povo reunido, os sacerdotes de cada religião. O cristão que fez o desafio ditava as regras do jogo. E então gritou: – todos os sacerdotes venham para o centro. Ao que todos obedeceram. O Cristão falou-lhes: – Olhem para aquele grande relógio, daqui a cinco minutos, quando forem seis horas em exato, todos a uma só voz deverão gritar o nome de seu deus. A divindade que aparecer primeiro, será o único e verdadeiro deus. Para sabermos quem de nós estava crendo no deus verdadeiro, aquele que o reconhecer como sendo o deus que em seu coração imaginava, deverá correr para ele, e o abraçar. Todos sonoramente gritaram – amém!

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