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“Eternos aprendizes, sim, eternas crianças na fé, não. Somos  vocacionados a crescer. “

Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A Ele seja a glória, agora e no Dia eterno! Amém. – 2 Pedro 3:18

Resiliência-EmocionalÉ comum na criação, que as coisas nasçam pequenas, todavia, é anômalo que continuem pequenas. Deus criou todas as coisas para o crescimento, se observarmos a natureza, com o olhar contemplativo e investigativo, vamos concluir que tudo o que foi criado por Deus é chamado a crescer, isso de forma natural. Ser pequeno é uma fase crucial na vida de praticamente todos os seres, contudo, o crescer faz parte da existência plena que Deus planejou para tudo o que criou.

Até os maiores rios do mundo nasceram pequenos, mas foram crescendo, se agigantando, até que se tornaram imensos e por fim se fundem a lagos ou aos lençóis freáticos. Com poucas exceções, o destino da grande maioria dos rios é se fundir com o mar ou tornar-se um com o oceano. Segundo estudiosos, o Rio Okavango é o único do planeta que foge à tal regra. Okavango, deságua no Deserto da Namíbia. “Conhecido como o rio que nunca encontra o mar, o Okavango desaparece no deserto de Kalahari em 15.000 quilômetros quadrados numa confusão de lagos, canais e ilhas a noroeste de Botsuana.”¹

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“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus […] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João I. 1 e 14)

Apesar do duplo milênio do cristianismo e dos grandes concílios da Igreja, que trataram das questões cristológicas, existem ainda muitas dúvidas, contestações e mesmo ferrenhas oposições à pessoa de Jesus e sua condição cristológica. Para nós, cristãos, Jesus é crido e pregado como o Cristo Filho de Deus, o próprio Deus encarnado, manifesto em pessoa humana. Grupos dentro e fora da Igreja buscam encontrar hoje não o Cristo preexistente, Deus de Deus, proclamado pelas Escrituras e acessível somente pela fé e revelação do Espírito, mas sim o Jesus histórico, aquele que viveu em determinada época e local geográfico. Penso que além do exercício do direito de pensar diferente, que confere a quaisquer pessoas a liberdade de serem atéias professas, ou ainda agnósticas em relação a alguns pontos da fé cristã, tais contestações se devem à maneira como Jesus foi e ainda é apresentado ao mundo. Creio serem de suma importância as afirmações cristológicas de nossos credos, aplicadas à natureza de Jesus e de sua cristologia.

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