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Reverendo José do Carmo da Silva – Mano Zé do Egito

ImagemNaquela noite, como de costume, o sermão dele foi ácido puro, derramou fogo e enxofre sobre a congregação. Esmurrando o púlpito, gritava alto, dizendo que Deus odiava os hipócritas, detestava espírita, abominava católicos, repudiava judeus, mas que estava disposto a dar uma segunda chance a quem se tornasse adepto da igreja dele.

Julgava-se iluminado, intocável, crente que possuía infalibilidade pastoral ficava cheio de orgulho “santo” quando alguém lhe batia nas costas e o declarava como, “a boca de Deus falando suas ultimas palavras aos homens”. Estranhamente sempre tinha gente elogiando as mensagens dele, apesar de que o índice de pessoas depressivas na congregação aumentava na mesma velocidade que ela se esvaziava. Tinha uma preferência mórbida por textos do Antigo Testamento, dizia que o povo tinha que primeiro sentir a lei para assim valorizar a graça quando conseguissem merecê-la por meio de suas vidas santas.
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Caminhar como Jesus caminhou

“Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou. Jesus andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os que eram dominados pelo diabo, porque Deus estava com Ele.”1 João 2:6: e At. 10.38

Deus tem nos proporcionado diversas formas de anunciarmos o Evangelho aqui na cidade de Fátima do Sul – MS. Atualmente temos diversas pessoas sendo discipuladas em seus lares. Por hora até que Deus levante mais obreiros o discipulado nos lares tem sido levado a frente por mim juntamente com o evangelista Luiz Thomaz de Aquino, o Jr. Junior todas as terças-feiras discípula um grupo de homens simpatizantes da igreja na residência de um deles. Eu as terças feiras discípulo uma família no sitio, e as sextas a noite outra família na cidade e começarei na próxima semana com outra família na sexta à tarde. Terça – Feira tem Estudo Bíblico, quinta – feira reunião de oração, as quartas geralmente faço visitas. Além das atividades dominicais, fora as atividades semanais que me envolve pastoralmente a igreja ainda possui grupo de jovens aos sábados, e a Tarde da Benção as quartas, na responsabilidade de minha esposa.

Mas uma forma pela qual Deus tem nos proporcionado a evangelização de forma eficaz tem sido por meio de um programa de Rádio, o qual em agosto fará oito meses que apresentamos de segunda a sexta-feira das doze às treze horas. Eu apresento a primeira meia hora do Programa Aquecendo Corações, e na sequência Junior Aquino vai até as treze horas.
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O Brasil tem acompanhado atonitamente as investigações, que apontam Alexandre Nardoni, juntamente com Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella Nardoni, como principais responsáveis pelo assassinato da menina. O caso chama a atenção, por não ter sido um assassinato comum. Isabella era uma criança indefesa, que segundo o que já foi apurado até aqui pelos peritos, antes de ser covardemente jogada pela janela do apartamento, teria sido espancada. O crime tem gerado comoção pública, pelo fato de que possivelmente a vida de Isabella foi ceifada, por aquele/a que deveria dela cuidar. Dispensando-a: amor, carinho, e acima de tudo proteção.

O crime choca e gera revolta, pois Isabella, foi tomada nos braços, possivelmente pelo pai, não para ser embalada, como um pai faz carinhosamente com um filho/a. Isabella, se acaso foi tomada nos braços pelo pai, foi para ser lançada. Lançada, não como muitos pais, cheios de carinho, jogam para o alto seu rebento, e alegremente nos braços firmes o apara. Isabella, quem sabe, já sem vida, foi lançada para baixo, atravé de um buraco na rede, que lhe deveria trazer segurança. Mas penso que, em vão existem cercas, para nada servem as redes, se quem deveria amar, não cercou os filhos com carinho, enredando os com laços de cuidado e ternura. Em vão existem redes nas janelas, se o amor não edificar a casa. Quando o amor, não está presente, qualquer ato de fúria, qualquer ato de descontrole, são facas e tesouras afiadas, prestes a furar a rede. Restando depois, somente dissimulação, hipocrisia, e por toda uma vida o atormentar da consciência. Digo, que o amor não estava presente neste caso, pois penso que quem ama, não espanca, quem ama, não se omite deixando outro/a espancar. Quem ama, não mata. Mas se matar em um ato de loucura, por um fatal acidente, quem ama então põe de lado as máscaras, derramando lágrimas de real arrependimento, assumindo a culpa e se submetendo ao rigor da lei até as ultimas conseqüencias.

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