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  • Há muito circula pela internet um artigo que de forma jocosa relata uma discussão sobre, quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada? No texto, cada pensador, instituição, igreja e etc. dão complexas respostas ao dilema, que só perde para o enigma de Tostines, o qual até hoje ninguém soube responder se ele: vendia mais porque era fresquinho, ou era fresquinho porque vendia mais“?”
  • Pensando sobre isto resolvi escrever este artigo, ele é uma abordagem bem humorada sobre o nosso jeito metodista de ser e resolver as coisas. Se alguém, se enxergar dentro do texto, parabéns, pois isso mostra que você realmente faz parte do Povo Metodista! E antes que alguém queira me “pegar”, lembro a vocês que faz parte do bom metodismo viver esta máxima de João Wesley: “Quanto a todas as opiniões que não danificam as raízes do cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar”.E a troca ou não de uma lâmpada ou as divergências sobre formas e razões sobre a troca da mesma, que jocosamente abordarei neste post não produzem tal dano a fé cristã. Ao menos é o que eu teorizo e espero!
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Apocalipse 3:20, Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

A fim de provocar uma reflexão sobre as contradições entre o que Cristo viveu e ensinou, e o que muitas vezes a Igreja vive e ensina, apresento uma situação envolvendo um jovem chamado HERMANOMEU, que após fatos ocorridos na Igreja, ao ler as Escrituras e comparar com os ensinos de sua avó e da Igreja, encontrou-se em uma profunda crise.

Longe de fazer apologia ao mundanismo, pois penso que a Igreja deve ser do “mundo” sem ser “mundana”, quero somente chamar a atenção para muitas das incoerências eclesiásticas contemporânea.

Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com certas denominações, líderes, movimentos, factos ou situações da vida real NÃO terá sido mera coincidência.

Rev. José do Carmo da Silva
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Dos muitos fatos ocorridos em minha infância, marcada pela pobreza e constantes mudanças de casas, pois nos faltava à própria, fulgura um acontecimento que ainda hoje me emociona. Considero-o, a maior lição prática sobre graça e misericórdia que vivi. O mestre que me deu tal lição foi meu pai, um negro baiano e analfabeto que mal sabia desenhar as letras do próprio nome.

Meu pai, Luis Zacarias da Silva, certa vez contou-nos que saíra de casa quando tinha dezesseis anos. Fora embora, após uma violenta surra que recebera de seu pai. Mostrou-nos, em suas costas as marcas das chicotadas, conseqüência de uma punição que recebera ao ser acusado pela madrasta de ter enfrentado-a. De outra feita, já havia sido severamente surrado, sob a alegação de que dava maus exemplos aos mais novos, os quais já não queria obedecer às ordens daquela que ocupara o lugar da falecida mãe deles.
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032_early_ldrs_azusaNa História da Igreja Cristã fulguram inúmeras obras sobre a vida de grandes homens que sob o poder do Espírito influenciaram o rumo da Igreja de Cristo. É muito fácil de achar nas livrarias ou mesmo na internet livros, revistas, filmes, documentários e etc., sobre Lutero, Calvino, João Wesley e tantos outros reformadores ou santos cristãos que se destacaram em suas épocas e deixaram suas contribuições ao cristianismo moderno. São os “tais” que deixaram marcas profundas na vida de milhares de pessoas.
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Ultimamente a “Vênus de prata” como é conhecida a rede de televisão mais influente do Brasil, de forma cada vez mais intensa tem divulgado programações de conteúdo reencarnacionista. Como a televisão é quase que onipresente nos lares brasileiro, é quase que impossível o não contato do povo cristão com tais programações, verdadeira apologia ao espiritismo. Este artigo é fruto dessa apologia que atingiu a um cristão que resolveu tirar suas dúvidas comigo.
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Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (Rm 8.35)

Aprendi na Faculdade de Teologia que: “a pregação deve ser uma resposta a perguntas feitas pela comunidade de fé” e, como nossas comunidades encontram-se situadas em um contexto social amplo nos aspectos políticos e econômicos é natural que seus membros reproduzam na igreja , perguntas oriundas do contexto social onde passam boa parte de suas vidas.
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