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Caminhar como Jesus caminhou

“Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou. Jesus andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os que eram dominados pelo diabo, porque Deus estava com Ele.”1 João 2:6: e At. 10.38

Deus tem nos proporcionado diversas formas de anunciarmos o Evangelho aqui na cidade de Fátima do Sul – MS. Atualmente temos diversas pessoas sendo discipuladas em seus lares. Por hora até que Deus levante mais obreiros o discipulado nos lares tem sido levado a frente por mim juntamente com o evangelista Luiz Thomaz de Aquino, o Jr. Junior todas as terças-feiras discípula um grupo de homens simpatizantes da igreja na residência de um deles. Eu as terças feiras discípulo uma família no sitio, e as sextas a noite outra família na cidade e começarei na próxima semana com outra família na sexta à tarde. Terça – Feira tem Estudo Bíblico, quinta – feira reunião de oração, as quartas geralmente faço visitas. Além das atividades dominicais, fora as atividades semanais que me envolve pastoralmente a igreja ainda possui grupo de jovens aos sábados, e a Tarde da Benção as quartas, na responsabilidade de minha esposa.

Mas uma forma pela qual Deus tem nos proporcionado a evangelização de forma eficaz tem sido por meio de um programa de Rádio, o qual em agosto fará oito meses que apresentamos de segunda a sexta-feira das doze às treze horas. Eu apresento a primeira meia hora do Programa Aquecendo Corações, e na sequência Junior Aquino vai até as treze horas.
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Mudar… Mudar a maneira de ser, de viver, de se relacionar consigo mesmo/a, com os familiares, com amigos/as ou inimigos/as, com O Sagrado, ou com o profano, tem sido metas que muitos/as buscam, outros se recusam, e alguns conseguem alcançar.

Tal atitude de mudar, pode ser uma arte, uma evolução, um ato de sabedoria, gerador de alegrias e frutifera vida social. Mas pode também ser, um desastre, uma involução, uma insensatez, motivo para tristeza pessoal e comunitária, produzindo exclusão ou auto-exclusão. Estas qualidades antagônicas podem acompanhar ou derivar da vida de quem muda, pois só há duas possibilidades para aqueles/as que desejam e ousam mudar: tornar-se melhor, ou pior. E as consequencias acima citadas, dependerá sempre de qual das duas alternativas supracitadas se escolhe.

Existe também aqueles/as que sabem que precisam mudar, tentam mudar, mas não conseguem, e por tais razões vivem afundados num mundo de conflitos, cheio de culpa, ódio, angustia, amargura e solidão. Este grupo de pessoas precisa de acolhida, amor e ajuda. Há ainda aquelas pessoas que são imutáveis, ou seja, são sempre da mesma maneira, no ser e agir, mesmo a despeito de tudo o que lhes ocorrem, do tempo que passa, das circunstancias da vida, elas continuam as mesmas. São as eternas seguidoras da “filosofia de Gabriela”, personagem da canção de Dorival Caymmi, a qual se firma e afirma sobre si mesma, dizendo:

Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela

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“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor, e farei mudar vossa sorte;..” Jeremias 29.13-14

Às vezes fico surpreso com as coisas que Deus faz na vida daqueles a quem chamou e constituiu como obreiros na construção e expansão do Reino Dele. A caminhada com Deus é sempre cheia de Surpresas. Pois viver na dependência do Altissímo é ser surpreendido constantemente com a providência do Alto. É descansar em sua Sombra, sabendo que ainda que nos sobrevenham situações dificeis, Ele de alguma forma intervirá em nossas vidas, fazendo novas todas as coisas.

O Senhor coloca sobre nós Sua Boa mão e nos leva por caminhos e lugares inesperados. Em seu sempiterno cuidado de Pai, nos abençoa muito além do que pensamos ou esperamos. A verdade é que mesmo em meio a desgraça, somos surpreendidos pela Graça que nos possibilita suportarmos e vencermos as adversidades. Em fim, Deus é Deus de surpresas, a única coisa que não é surpresa, é o fato de que Ele sempre nos surpreende.

Alias a maior surpresa para mim e para as pessoas que no passado me conheceram é o fato de eu hoje ser um pastor protestante.

Nunca imaginei e tampouco algum dos meus familiarers imaginaram tal situação a qual alegremente vivencio. Tal estado no qual me encontro hoje, era inimaginavel, ninguém cogitava tal possibilidade, salvo um amigo pentecostal, que um dia quando já envolvido com a RCC, ao orar por mim, profetizou que eu viria a ser um pastor. Fiquei quieto diante da profecia, na realidade não dei muito crédito a ela, pois julguei que o “irmãozinho” com aquela prosa de que Deus tinha um cajado para mim, queria era me levar para a Igreja dele.
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O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. Pv 17.22.

“Uma piedade azeda (amarga) é religião do diabo”. ou “Piedade (religião) carrancuda é religião do diabo” João Wesley
Reflexão escrita com base na Bíblia Sagrada e no Samba: Viver e não ter a vergonha de ser feliz. De Autoria de Gonzaguinha.

Dia desses, eu ouvia um música cristã chamada: ROSTO DE CRISTO que em determinado trecho diz assim:

Não creio, não creio num Cristo vencido,
Cheio de amargura, semblante de dor;
Eu creio no Cristo de rosto alegre,
Eu creio em Jesus, vencedor.

Diante da mensagem da supracitada canção, cuja autoria me é desconhecida, comecei a refletir sobre algumas incoerências existentes no meio cristão. São tantas as incoerências, mas aqui quero abordar uma delas, que é a atitude de se pregar uma coisa e viver outra.

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Quero neste artigo, brevemente discorrer sobre um pouco da vida do cantor jamaicano Robert Nesta Marley, e sobre sua religião o Rastafarismo. Robert Nesta nasceu em 6 de Fevereiro de 1945, em Nine Mile, norte da Jamaica, filho de uma jovem negra de 18 anos, por nome Cedella Booker e do inglês Norval Marley, um cinqüentenário, branco, capitão do regimento britânico das Índias Ocidentais, provavelmente protestante de tradição anglicana. O Capitão veio a falecer em 1955, diante do ocorrido, o pequeno Marley se mudou com sua mãe para Trench Town, uma favela de Kingston, conhecida como, cidade do esgoto.

Trench Town era assim chamada por ter sido construída sobre as valas que drenavam os dejetos da parte antiga de Kingston. A infância de Bob, não fora fácil, pois vivia constantemente sendo provocado pelos negros locais, por ser fruto da união de uma negra com um branco. Sua infância e juventude foram cheias de dificuldades.
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INTRODUÇÃO

O exercício do ministério pastoral traz um peso de responsabilidade sobre nós, pois ao recebermos a ordenação, ou uma licença para exerce-lo, já não somos mais pessoas comuns. Ser pastor/a no Brasil, “por hora” ainda é ser pessoa na qual boa parte da sociedade “ainda” deposita créditos. Essa boa parte da sociedade espera que o/a pastor/a viva de acordo com o que prega honrando o Nome de Deus, da Igreja Cristã, e da Denominação que representa.

Frisei “por hora” e “ainda”, pois teorizo que diante de tantos escândalos envolvendo pastores/as e falsos/as pastores/as, tais créditos estão se esgotando. Ainda mais num tempo em que do lado “protestante” “pastores” são pegos traficando armas, ou envolvidos em roubos, enquanto do lado católico romano, padres são presos por pedofilia e a TV mostra em horário nobre todo um programa de jornalismo policial onde um “respeitavel” monsenhor de 83 anos é flagrado fazendo sexo com um coroinha.

Neste artigo quero partilhar um pouco da minha caminhada e rememorar a “dança das siglas” e as experiências que vivi ao longo de sete anos. Se você tiver paciência de me acompanhar, quem sabe descobrirá que seguimos a mesma trilha. Este artigo narra uma caminhada maravilhosa, onde dei o primeiro passo como Evangelista, passei a Missionário Designado, depois para Pastor acadêmico, e agora estou Aspirante ao Presbitério. A caminhada não terminou, daqui há sete anos se Deus me conceder graça, continuarei a narrar a sequência dela. Vem comigo! Vem conhecer um pouco sobre a crise do:

“SER OU NÃO SER?”

Há sete anos, quando era um evangelista na Igreja Metodista Cabeceira Alegre em Dourados – MS, fui desafiado por meu pastor Marcio Bandeira e pelo Superintendente Distrital Getro da Silva Camargo, a mudar-me para Fátima do Sul, e fazer um trabalho junto à comunidade metodista ali existente. A Igreja em Fátima do Sul, apesar de seus trinta e cinco anos na época estava com sua membresia reduzida a quinze pessoas, e segundo alguns membros mais antigos, houve vezes de no culto de domingo ter apenas cinco pessoas. Falei com minha esposa e filhos, e aceitamos o desafio proposto.

Mudamo-nos para Fátima do Sul, por um tempo trabalhei como pedreiro, tempo depois eu consegui trabalho em uma fábrica e instaladora de padrões elétricos. Mnha esposa arrumou trabalho de doméstica, depois passou a trabalhar no DETRAN da cidade. 2003 foi o ano que marcou meu ministério, pois com muito trabalho fora e dentro da igreja, em dezembro recebemos onze novos membros, os quais foram recepcionados pelo pastor Gabriel Colhante, o qual substituiu Marcio Bandeira em Dourados. Naturalmente como um evangelista eu não podia realizar atos pastorais, razão pela qual a cada mês vinha um pastor/a do distrito para ministrar a Santa Ceia.
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Tenho pedido a Deus que me de a graça de anunciar e denunciar com graça, portanto a entrevista abaixo embora seja uma sátira, nas entrelinhas dela encontram-se aquilo que certa vez disse Charles Chaplin: “Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria. E neste espírito “charleschapliano” que neste post, abordarei a “questão homossexual e homossexualidade”.

Penso que criticar com graça é uma arte, e a arte esta em fazer graça criticando, mas sem menosprezar ou subestimar a inteligência do/a leitor/a. Então neste espírito da graça que alimenta a arte e a arte que emana da graça, vamos à pseudo-entrevista. Nela misturo humor com realidade a fim de mostrar como a Igreja muitas vezes reage repulsivamente ao homossexual, por não saber separá-lo do homossexualismo. Para tanto teci a questão num enredo onde respeitosamente simulo uma entrevista com o Reverendo Caio Fábio que tenta desvendar o “enigma do frango que atravessou a rua.” Você se surpreenderá com a eloqüência e elucubrações das respostas deste pensador cristão da atualidade. “Ficará mais surpreso ainda ao saber a resposta ao: ‘‘Enigma do Frango”.

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