Eu, uma família necessitada, uma oferta, meu Monza e sandálias franciscanas – Caminhando como Jesus caminhou

Publicado: 01/06/2012 em BlogBlogs.Com.Br, ministério pastoral, Missão
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Caminhar como Jesus caminhou

“Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou. Jesus andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os que eram dominados pelo diabo, porque Deus estava com Ele.”1 João 2:6: e At. 10.38

Deus tem nos proporcionado diversas formas de anunciarmos o Evangelho aqui na cidade de Fátima do Sul – MS. Atualmente temos diversas pessoas sendo discipuladas em seus lares. Por hora até que Deus levante mais obreiros o discipulado nos lares tem sido levado a frente por mim juntamente com o evangelista Luiz Thomaz de Aquino, o Jr. Junior todas as terças-feiras discípula um grupo de homens simpatizantes da igreja na residência de um deles. Eu as terças feiras discípulo uma família no sitio, e as sextas a noite outra família na cidade e começarei na próxima semana com outra família na sexta à tarde. Terça – Feira tem Estudo Bíblico, quinta – feira reunião de oração, as quartas geralmente faço visitas. Além das atividades dominicais, fora as atividades semanais que me envolve pastoralmente a igreja ainda possui grupo de jovens aos sábados, e a Tarde da Benção as quartas, na responsabilidade de minha esposa.

Mas uma forma pela qual Deus tem nos proporcionado a evangelização de forma eficaz tem sido por meio de um programa de Rádio, o qual em agosto fará oito meses que apresentamos de segunda a sexta-feira das doze às treze horas. Eu apresento a primeira meia hora do Programa Aquecendo Corações, e na sequência Junior Aquino vai até as treze horas.

O programa Aquecendo Corações é apresentado na Fátima – FM, (se você clicar no icone no lado direito da página principal das 12 as 13 horário de MS, uma hora a menos do que São Paulo, poderá ouvir o programa) tornou o Junior e eu e consequentemente a IMEFAS – Igreja Metodista em Fátima do Sul muito conhecida na cidade. Por onde passamos, nas ruas, comércios as pessoas reconhecem nossas vozes e logo se declaram ouvintes do Programa. Isso é evidenciado também pelo numero de ligações que recebemos as quais tem redundado em testemunhos de curas, visitas nos lares e na igreja. Uma das famílias que esta sendo por mim discipulada é fruto do programa Aquecendo Corações. Por meio do Rádio tenho tido possibilidade de conhecer a realidade de muitas pessoas, as quais ligam pedindo músicas e orações e muitas vezes abrem o coração falando de suas lutas, dores, sofrimentos. Depois do contato via Rádio logo visitamos e estabelecemos um contato maior.

Ontem vivi uma experiência impactante, uma senhora ligou pedindo e oferecendo música, mas também pediu oração por seu irmão, o qual é dependente químico. Eu e o Junior já havíamos visitado o irmão dela, conhecemos a esposa, as filhas pequenas e o Emanuel, um bebezinho de pouco menos de seis meses de idade.

Do outro lado da linha a ouvinte chorava e pedia ajuda para o irmão e a família, por questão de ética vou usar para ele o pseudônimo de Isaac. Isaac perdeu um “round” em sua luta contra o crack (digo perdeu um round, pois creio que Jesus lhe dará a vitória final) e desapareceu deixando esposa e filhos sozinhos, sem alimentos, com água, luz, aluguel para pagar. Sua irmã perguntou se acaso eu não podia fazer algo por sua esposa e filhos. Respondi que iria ver, mas que acreditava ser possível sim. Quando o Junior chegou para fazer a parte final do Programa, partilhei com ele o ocorrido e fui para casa.

Antes de sair para o Programa eu havia recebido uma ligação de Dona Lídia, uma paroquiana minha, a qual me convidava a passar na casa dela, pois seu irmão que reside na Carolina do Sul – EUA havia chegado e queria me conhecer pessoalmente, uma vez que já conhecia de ouvir falar, pois sua irmã desde que em uma oração deixou o tabagismo no qual ficara presa por cinqüenta anos, sempre lhe falava de minha pessoa. Ela disse: – Pastor, meu irmão trouxe um presente para o senhor, lá da Carolina do Norte onde ele mora. Não sei se servirá.

Eu respondi a ela: – Irmã eu vou ao Rádio fazer o programa e na volta passo em sua casa.

Caminhando da Rádio para casa passei na residência da irmã, de longe os avistei assentados na área ouvindo o Rádio. Me acheguei, cumprimentei-os, fui apresentado ao Marcos Purini, brasileiro que há 38 anos reside nos EUA. Logo ele entrou na casa e retornando trouxe meu presente, uma legitima Chaps Classic Fit Twill, uma camisa de manga longa lindíssima.

Disse a ele: Em novembro passado ganhei de meu Bispo uma camisa a qual ele trouxe da África, muito bonita. A Regina interveio e disse: – Agora o senhor tem também uma, vinda direto dos EUA.

Após provar e agradecer pelo presente o bate-papo fluiu e assunto era a Igreja nos EUA. Marcos relatou que lá as Igrejas Históricas perderam muito terreno para o movimento neopentecostal. Respondi a ele que na America Latina estamos vivendo a mesma realidade. A conversa fluía gostosamente quando me recordei do pedido para a família de Isaac feito a mim pela irmã dele. Falei para as irmãs que iríamos montar uma cesta básica para ajudarmos uma familia necessitada e que os alimentos fossem levado até a igreja. Dito isso voltei ao bate papo com Marcos, e depois de uns quinze minutos, levantei para orar e me despedir. Marcos abrindo a carteira disse: – pastor eu quero ajudar essas pessoas, use esse dinheiro para ajudar na cesta.

Ali mesmo, na presença do ofertante, liguei para algumas pessoas, na expectativa que pudessemos levar imediatamente o valor doado para a família necessitada, mas as pessoas que contactei igualmente alegaram que estavam ocupadas naquele momento, porém disseram que talvez mais tarde fosse possível e que entrariam em contato. Contudo, não houve retorno da parte de nenhuma delas. Mais tarde tentei outros, mas respostas foram as mesmas, talvez mais tarde… Sem nada a fazer, fiz o que pensava que me restava fazer.., aguardar. E aguardando fiquei…

A tarde foi passando, passando, ocupado com outros afazeres quando me dei conta já era noite e minha esposa chamava para jantar. Quando abri a panela para me servir, na hora me recordei da família de Isaac e uma pergunta assaltou minha mente: como eu poderia comer em paz, enquanto uma mulher e três crianças estavam com fome, sendo que o dinheiro para comprar alimentos para eles estava em meu bolso?”

Estranhamente perdi a fome, sai até a garagem, olhei para meu carro Monza, pensei vou dirigindo, mas entrei em conflito, pois estou sem habilitação, uma vez que estou fazendo a adição de categoria. Pensei comigo: dirigir sem habilitação é crime, que sinal estaria eu dando a meu filho e a minhas ovelhas se saísse por ai dirigindo sem ser habilitado? Mas é por uma boa causa, pensei… É para ajudar alguém necessitado.., Deus vai me guardar… Quando entrei no veiculo, pensei, estou errado, é crime, é contra a lei e a lei existe para quem está errado, e, dirigir sem habilitação é errado e ponto final.Sai do carro, guardei a chave e pensei em ir de bicicleta, mas olhei para minha bike e descobri que ela estava com o eixo traseiro descentralizado.

Mas…

Mas… Mas… Ma… Em pensamento orei indagando: responda-me Senhor meu Deus. No meu lugar o que faria Jesus?

Foi quando repentinamente ao olhar de lado vi minhas sandálias franciscanas que estavam perto do carro, e a resposta veio claramente a meu interior: ELE IRIA A PÉ… IRIA CAMINHANDO… C.A.M.I.N.H.A.N.D.O…

Pensei…. Pensei… A mim mesmo perguntei: ir a pé? Mas é tão longe… Novamente a resposta veio de forma clara: Sim, vai a pé….

Como disse meu amigo pastor Guilherme Alexandre, quando entre uma xicará de café e outra eu partilhava o ocorrido com ele: Quem te me mandou perguntar????????? Agora tinha que obedecer…

Gosto muito dessa citação da Palavra que se encontra em 1 João 2:6: “Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou.” Já preguei sobre ela, e na pregação faço a seguinte pergunta: como Jesus andou? Pedro responde em Atos 10.38 que: “Jesus andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os que eram dominados pelo diabo, porque Deus estava com Ele.”Tenho pedido a Deus que me abençoe com um ministério integral, e vejo na citação acima que Jesus exerceu um ministério pleno, e se desejo ser discípulo dele, não posso agir diferentemente da forma que Ele agia. Tenho ensinado na comunidade que estou pastor que, faz parte do ser cristão metodista a prática dos atos de piedade e atos de misericórdia, não como algo dicotomizado, mas intrinsecamente enraizado em nossa vida, de forma que não há momento para um e momento para o outro, mas ambos ocorrem simultaneamente de forma natural, tal qual estilo de vida, algo que faz parte da natureza do ser metodista.

Jesus ANDAVA por toda parte, FAZENDO O BEM e CURANDO todos… Nem sempre podemos curar a todos ou libertar a todos, embora pela Graça de Deus temos orado por alguns que recebem curas e outros que foram libertos do maligno e hoje são membros da IMEFAS. Agora, é fato que, sempre podemos fazer o bem, e principlamente sempre podemos ANDAR.

Jesus andava, o ministério dEle era itinerante, era peripatético,[1] ou seja, Jesus ensinava passeando, como Aristóteles fazia. Sim, ele ANDAVA, mesmo existindo, carruagens, cavalos, burros, Jesus andava sempre a pé. Não quero aqui criar um dogma sobre isso, mas na situação que eu estava foi o que Deus me respondeu. Ao contrario do que alguns hereticamente ensina por ai Jesus não andou sempre de “burrinho zero quilometro“, quando o fez por ocasião de sua entrada em Jerusalém, o burrinho era emprestado. Nem sequer um burro ele possuía. Nada contra ter carros, mas a Missão não pode deixar de ocorrer na ausência dele, ainda mais possuindo nós os meios de locomoção que o Mestre mais usou, os pés. Quem tem pé vai a Roma!!

Houve uma época que o Império Romano entrou em decadência e quem tinha boca era chamado a vaiar Roma, hoje o povo reduziu o VAIAR ROMApara: “quem tem boca vai a Roma”, no sentido de ir a Roma e assim ficou… Horas… se quem tem boca vai a Roma, na lógica missionária Paulo foi e foi missionáriamente, pois além de boca ele tinha uma mensagem flamejante em seu peito missionário, Paulo foi boca de Deus para pregar aos Romanos. Se quem tem boca vai a Roma, quem tem boca e pés vai até os confins da terra… E é para lá que em Atos 1.8, Lucas diz que, o Espírito Santo impulsionaria a Igreja em Missão.

IR A PÉ!! Caminhando… usando o meio de transporte natural, os pés!! A resposta de minha indagação a Deus havia sido dada. Se fosse Jesus no meu lugar Ele iria caminhando, e tendo recebido a resposta, caminhando eu fui.

Quase três quilômetros, ida e volta quase seis. Caminhando e pensando passei em frente à Igreja Luterana, já com as pernas doloridas, (afinal mover os meus 103 quilos não é nada fácil) o irmão Helio de longe me conheceu e perguntou: caminhando pastor?

Se eu estivesse irado igual a Jonas que não queria pregar aos ninivitas, ou se fosse um seu Lunga* da vida, poderia de pronto ter respondido: Não. irmão! Não estou caminhando não! Estou voando! Ou diria: Não mano veio! É que, eu vou para a igreja de tênis, bermuda e regata e quando caminho uso calça e camisa social assim como estou!

Muitas vezes agimos da maneira supracitada, obedecemos ao Senhor, porém não com alegria, fazemos irados, como se fosse um fardo, contra isso João em relação ao amor e a obediência que Jesus nos manda observar, declara: “Os seus mandamentos não são pesados, I Jo. 5:3″

Apesar de cansado eu não estava irado, sentia paz, como se Jesus estivesse caminhando ao meu lado.Então não respondi nada do supracitado, na verdade me senti foi tentado a pedir a ele que me levasse no carro dele ate meu destino, afinal ele havia morado lá e conhecia o caminho, mas dentro de mim algo me impediu, e só respondi: CAMINHAR É PRECISO.

Senti vontade de parar para descansar, porém perguntei a mim mesmo: como posso eu descansar enquanto aquelas crianças dormem com fome? E também me recordei da orientação de Jesus em Lucas 10.4 quando enviou os discípulos: “A ninguém saudeis pelo caminho”… Quando lemos tal orientação ela no primeiro momento parece estranha e até indelicada. Mas só parece estranha e obviamente não se trata de ser indelicado, acredito que o texto orienta a não perder tempo, aponta para a urgência de ir anunciar o Reino e de que tal anúncio deve ser a prioridade em nossas vidas. Penso que, as saudações judaicas não eram simples, “ola”, “bom dia”, “boa noite”, acredito que após o osculo santo seguia uma boa e longa prosa. Trazendo para nosso contexto e itinerário, como eu sou um “boa prosa” e o irmão Helio também, se eu parasse para atendê-lo iria perder muito tempo ali.

A noite adentrava e a escuridão tornava- se mais intensa quando finalmente cheguei ao bairro, um bairro distante do centro, violento, uns jovens ouviam um funk da pesada enquanto puxavam um baseado, as pessoas olhavam me olhavam desconfiadas, mas com minhas sandálias nos pés eu continuava, com a convicção de que ali ao meu lado Jesus caminhava. Eu sentia uma paz tão grande, paz perfeita, paz completa, uma alegria indizível como poucas vezes senti até mesmo dentro do templo, nos cultos.

Enquanto caminhava, me lembrava das palavras do Bispo Adonias, o qual tem insistentemente pregado que a Igreja precisa sair de sua zona de conforto. Enquanto caminhava e refletia, conclui que foi isso que Jesus fez, entendi que, a Encarnação do Verbo foi um sair da zona de conforto, pois Cristo deixou o esplendor de sua glória e desceu até nós, pisou o nosso chão vivendo nossas dores. A vinda do Verbo na terra é o maior exemplo de Missão Encarnada. Ele fez isso por amar, por se importar, tão logo, quem ama se importa, sai da zona de conforto, vai com os meios que possui, vai com carro, a cavalo, a pé, de bicicleta, de moto, Não importa como se vai, o importante é ir.

Pensando sobre maio, o mês do Coração Aquecido, conclui que: Se a chama que aquece o nosso coração não for capaz de nos tirar da zona de conforto nos movendo em direção aos que sofrem a margem da sociedade, tal chama nada mais é do que emocionalismo, sendo tão inócua; fugaz e passageira como a chama do fogo de palha.”Caminhando e pensando cheguei à residência, bati palmas, fui convidado a entrar, mas agradeci, disse a que vinha, entreguei o dinheiro, perguntei pelo rapaz se haviam recebido noticias dele. A irmã dele disse que descobriram onde ele estava, e que ele retornaria, pediu que eu retornasse no dia seguinte para falar com ele e tentasse convencê-lo a ir para uma clinica. Ela disse que naquela noite sua cunhada não tinha nada para comer, mas partilharam o pouco que tinham, e que no outro dia bem cedo iriam fazer compras usando a doação recebida.

No retorno, em um trecho bem escuro, uma residência estava com o portão aberto, quando estava bem em frente a ela, um enorme cachorro veio correndo em minha direção. Suado pela caminhada, comecei a suar de medo também, mas parei e fiquei imóvel. O cachorro que parecia ser da raça buldogue, aproximou-se rosnando, cheirou-me as pernas, as mãos, e eu em silêncio pedia: Senhor tira esse cão daqui…Olhava para a residência e esperava que o dono saísse para prende-lo, mas… nada.

O animal ali me cheirando… e eu suando frio… As pernas doloridas pela caminhada, agora tremiam de medo.

De repente decidi estalar os dedos para ele. Para minha surpresa ao ouvir o som, ele balançou o “cotoco” de cauda e começou a lamber minha mão e repentinamente saiu em disparada para dentro da residência.

Aliviado, agradeci a Deus e segui minha caminhada, pensando em chegar em minha casa a tempo de assistir ao jogo Brasil e EUA.

Cheguei a minha casa após um longo trajeto, caminhando, cantando e cansado, mas em paz, tomado pela convicção de que quando saímos de nossa zona de conforto de fato andamos de forma literal tal qual Jesus andou. Enfrentamos a escuridão, as tentações e perigos, mas não andamos sozinho, pois o Mestre vai ao nosso lado, nos falando ao coração assim como fez com os discípulos no caminho de Emaús. Sim Ele caminha conosco, nos livrando dos perigos na caminhada.

Entendi que na vida de quem almeja ser discípulo do Mestre, caminhar é preciso. Tão logo se caminhar é preciso caminhemos com e assim como Jesus caminhou.

Reverendo José do Carmo da Silva – Um caminhante seguindo o Caminho.


[1]Em perpétuo movimento; peripatético deriva do grego “perípatos”, um pátio onde se pode passear.

Aristóteles era um filósofo peripatético, pois ensinava caminhando. Gostava de andar compassadamente em volta do perípatos de seu Liceu, hábito que deixou para os futuros pensadores e inspirou o que viria a se chamar Escola Peripatética de Filosofia. Seguindo a mesma linha de raciocínio, Jesus pode também ser considerado peripatético.

*Seu Lunga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Foto tirada em 2012 em seu local de trabalho.

Seu Lunga (Joaquim dos Santos Rodrigues) (Juazeiro do Norte, 18 de agosto de 1927)[1]. É um vendedor de sucata residente em Juazeiro do Norteao qual são atribuidas diversas piadas sobre seu temperamento, criando um personagem do folclore nordestino.

Seu Lunga é conhecido pela falta de paciência nas respostas; diversos contos[2], de autenticidade não comprovada sobre seu mau humor circulam na Internet.

Ele é dono de uma sucata em Juazeiro do Norte que vende de tudo, desde aparelhos de televisão a frutas. Recebeu o apelido de uma senhora, que era vizinha, e passou a chamá-lo de Calunga, que mais adiante se reduziu para Lunga.[3]

É considerado pela população de Juazeiro do Norte, municipio do Ceará, como uma lenda viva [4]

Em 2008 deu entrevista ao jornal O Povo informando que todas históricas contadas em cordéis eram mentiras. Por uma ação judicial os cordelistas da região ficam proibidos de escreverem sobre sua pessoa. [5]

Referências

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