O pouso do Espírito sobre os buscadores encontrados por Deus. Um relato vivencial

Publicado: 08/05/2010 em Artigos, BlogBlogs.Com.Br, ministério pastoral, Uncategorized

“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor, e farei mudar vossa sorte;..” Jeremias 29.13-14

Às vezes fico surpreso com as coisas que Deus faz na vida daqueles a quem chamou e constituiu como obreiros na construção e expansão do Reino Dele. A caminhada com Deus é sempre cheia de Surpresas. Pois viver na dependência do Altissímo é ser surpreendido constantemente com a providência do Alto. É descansar em sua Sombra, sabendo que ainda que nos sobrevenham situações dificeis, Ele de alguma forma intervirá em nossas vidas, fazendo novas todas as coisas.

O Senhor coloca sobre nós Sua Boa mão e nos leva por caminhos e lugares inesperados. Em seu sempiterno cuidado de Pai, nos abençoa muito além do que pensamos ou esperamos. A verdade é que mesmo em meio a desgraça, somos surpreendidos pela Graça que nos possibilita suportarmos e vencermos as adversidades. Em fim, Deus é Deus de surpresas, a única coisa que não é surpresa, é o fato de que Ele sempre nos surpreende.

Alias a maior surpresa para mim e para as pessoas que no passado me conheceram é o fato de eu hoje ser um pastor protestante.

Nunca imaginei e tampouco algum dos meus familiarers imaginaram tal situação a qual alegremente vivencio. Tal estado no qual me encontro hoje, era inimaginavel, ninguém cogitava tal possibilidade, salvo um amigo pentecostal, que um dia quando já envolvido com a RCC, ao orar por mim, profetizou que eu viria a ser um pastor. Fiquei quieto diante da profecia, na realidade não dei muito crédito a ela, pois julguei que o “irmãozinho” com aquela prosa de que Deus tinha um cajado para mim, queria era me levar para a Igreja dele.

A religião de meu pai era sincrética, misturando o catolicismo e religiões afro. Ele foi batizado e casado no catolicismo, mas não freqüentava as missas. Vivia sua fé, como católico nominal, sem se envolver realmente com uma comunidade católica, ou com o terreiro de candomblé. Possuía em casa altares com seus orixás do terreiro, tinha forte devoção a nossa senhora da boa morte. Enfim ele era a seu modo, adepto dos dois sistemas religiosos, atitude típica entre os negros que remontam ao período da escravidão.

Minha mãe, por sua vez seguia o catolicismo sem se envolver com a outra face da espiritualidade de meu pai. Quando viúva, chegou a freqüentar durante algum tempo uma Igreja Pentecostal, mas devido a alguns escândalos financeiros envolvendo o pastor, regressou ao catolicismo onde se tornou fervorosa intercessora da Renovação Carismática Católica, movimento do qual fui pregador antes de minha adesão ao protestantismo metodista.

Posso dizer que cresci com um pé no templo católico e outro no Terreiro de Candomblé. Lembro-me que dentre os cinco filhos, meu pai dizia que eu tinha o chamado para exercer o oficio de pai de santo. Minha mãe, assim como eu não gostava muito de tal “profecia”. Meu pai faleceu aos trinta e três anos, vitima de um ataque cardíaco, graças a Deus sua profecia sobre eu tornar-me Babalorixá nunca se cumpriu, mas, em Cristo hoje sou filho do Santo Dos santos, e pai de santos gerados pelo Espírito Santo mediante a minha pregação do Evangelho.

Com o tempo nos afastamos por completo tanto da Igreja como também do Terreiro. Contudo, depois de casado passei a freqüentar a Igreja Católica, por influência de meu sogro, o qual era um católico fervorosamente práticante. Para legitimarmos nossa situação conjugal, eu e minha esposa começamos a freqüentar um estudo bíblico na Capela Santa Cruz, o estudo era dirigido pelo Frei Sebastião de Assis. Foi neste estudo que tive meu primeiro contato com a Palavra de Deus. A Bíblia exercia sobre mim certa atração. Não perdia os estudos, que ocorriam às sextas-feiras, mas, somente um encontro semanal já não me era suficiente, pois eu queria mais. Por esta razão resolvi comprar uma Bíblia. Por não saber das diferenças entre Bíblias católicas e protestantes, adquiri uma numa livraria das Assembléias de Deus. Era uma João Ferreira de Almeida.

Ao chegar a minha casa com ela, levei um “puxão de orelhas” de meu sogro. O qual exclamou:

– Zé, esta Bíblia é de crente! Ela é incompleta, você deveria ter comprado uma da Editora Ave Maria.

Como meu sogro não tinha uma Bíblia católica para me dar, fiquei com a que tinha comprado. Passei a lê-la avidamente, principalmente o livro de Atos dos Apóstolos. Quanto mais lia, mais vontade de conhecer sentia. Perdi a conta das idas à casa paroquial, onde fazia tantas perguntas sobre as Escrituras ao Frei Sebastião. Eu ia para o trabalho, levava a Bíblia comigo, depois da “bóia-fria”, ia ler. Ao final da tarde retornando para casa passava na igreja para questionar o Frei sobre algumas passagens. Ele sempre me atendia pacientemente, mas começou a ficar preocupado comigo. Lembro-me que certa vez, ele me disse: – Zé vai mais de vagar, você vai ficar fanático!

Lia toda a Bíblia, mas dos Evangelhos, o texto ao qual mais me apeguei foi Lucas 11:11-13 – “E qual o pai entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai Celestial o Espírito Santo aqueles que lho pedirem?” O final do versículo me instigava a orar, pois queria receber o Espírito Santo. Fui conversar com o Frei e ele me disse que eu teria que fazer a catequese para adultos e receber o Crisma, pois era por meio da imposição das mãos do Bispo no sacramento do Crisma que se recebia a plenitude do Espírito Santo.

Com minha crescente sede pelo conhecimento da Palavra, fui participar de um retiro de primeira experiência da Renovação Carismática Católica. Foram três dias de estudos, louvor, pregações. Na manhã de domingo, o pregador, fez uma pergunta que eu ainda não tinha ouvido no meio católico. Após, ler Atos 1.8 ele perguntou:

-Quem quer aceitar a Jesus como Senhor e Salvador?
Mal aquela indagação chegou a meu ouvido, eu levantei a mão e disse: – Eu quero! E caminhei até o altar.

Ele perguntou novamente. – Qual é seu nome?

Mediante minha resposta prosseguiu: – José, você aceita Jesus como seu Senhor e Salvador?

Eu disse: – Sim, eu aceito.

Eu estava ajoelhado, e dois obreiros impuseram as mãos sobre mim, fui tomado por um calor intenso, um choro incontrolável e acabei caindo.

Depois disso, a sede pela Palavra aumentava, mais e mais. Levantava de madrugada para ler e orar. Minha esposa e familiares, católicos tradicionais diziam que aquilo era coisa de “crentes”. Mudamos de residência, envolvi-me com o grupo de oração da capela local, em pouco tempo me tornei pregador, cheguei a participar da Escola Paulo Apostolo, que dava formação a pregadores leigos.

Na minha comunidade, as quartas-feiras a igreja ficava lotada. Eram curas, libertações e… problemas. Pois o meu novo pároco era um padre diocesano, que seguia a teologia da libertação. Muito envolvido com causas sociais, militante do PT, responsável pelas CEBs, Comunidades Eclesiais de Base. Começamos a ter conflitos, diante dos fenômenos ocorridos nas quartas-feiras. Várias vezes eu fui advertido por ele, que chegou certa vez a dizer que eu estava influenciando as pessoas. Dizia que aquelas manifestações poderiam ser explicadas a luz da parapsicologia e que possessão demoníaca não existia. Deixamos de orar com imposição de mãos na Igreja, pois nos disseram que só o sacerdote ordenado pelo bispo poderia fazê-lo. Mas, fazíamos nas casas, e ai que as coisas aconteciam com mais freqüência.

Apesar de pontos de vistas diferentes em relação às coisas espirituais, com meu novo pároco, aprendi grandes coisas, principalmente no campo social. Cheguei até mesmo a participar dos encontros da CEBs. Senti-me um pouco atraído pela maneira que eles se envolviam com as questões políticas e sociais, mas senti falta da ênfase ao espiritual como os carismáticos faziam.

Lembro-me de um episódio que marcou minha vida, quando certa vez a chuva inundou uma área alagadiça onde estavam algumas pessoas morando em barracos de lonas. Naquele momento de minha vida, eu era catequista de adultos e ministro da Eucaristia. Tínhamos programado uma vigília de oração na igreja, porém o padre não apareceu. Estávamos esperando ele, quando alguém me transmitiu o recado de que era para eu conduzir a vigília, pois ele estava com os sem tetos na área alagadiça. Iniciei a vigília, mas em determinado momento, passei para outra pessoa e me dirigi até onde o padre estava. Perguntei a ele:
– O que faz aqui padre, eu e as demais pessoas estávamos todos na igreja, esperando o senhor para a oração.

Ele me respondeu:
– Zé, eu também estou orando, mas estou orando com a vida. O meu templo é esta região alagada e o meu louvor e ajudar a essas pessoas.

Aquelas palavras mexeram comigo. Retornei a igreja, falei as pessoas de como a situação estava critica, disse a eles que lá no bairro alagado haviam inumeros barracos descobertos, crianças com diarréia e febre, pessoas doentes que perderam tudo na chuva, mulheres grávidas ao relento na noite fria e chuvosa.

Falei: – Se vocês quiserem continuar aqui continuem, eu vou ajudar o padre.

A maioria foi comigo, o padre ficou surpreso e emocionado quando nos viu chegando lá. Naquela noite, levamos crianças e algumas pessoas enfermas para nossas casas, e no dia seguinte chamamos a imprensa, onde denunciamos as condições subumanas que aquelas famílias estavam vivenciando. A prefeitura interveio, aterrou o lugar, o qual não mais sofre inundações.

A partir de tal experiência senti que a oração sem ação, se torna omissão. Percebi que ago me faltava.
Contudo, o tempo passou e eu entreguei-me profundamente aos retiros, pregações e outras atividades da Igreja. Cada vez mais envolvido com a comunidade fui deixando de lado minha esposa a qual não me acompanhava, por não se simpatizar com os trejeitos dos carismáticos. Lembro-me que certa vez ela disse:

– Se o Bispo nem o padre apóiam o que você e este pessoal estão fazendo é por que não deve ser certo mesmo. Voces são esquisitos, parecem crentes, católicos não são assim!

Eu respondi a ela: – Eles podem não aprovar, mas certamente Deus aprova, do contrário não estariam acontecendo estas curas e libertações. E importa obedecer a Deus e sua Palavra.

Eu e meu grupo acreditávamos que poderíamos reformar a Igreja de dentro para fora. Muitos de nós víamos, Maria e os santos como exemplos de fé, e buscávamos somente a Cristo como mediador. Enquanto catequista buscava ensinar a Bíblia, isto dava sempre polêmicas. De certa forma minha esposa estava certa, não agiamos como católicos tradicionais, antes agíamos como “pentecostais protestantes” dentro da ICAR. Íamos a um monte de oração na fazenda de um dos lideres da Comunidade Boukim de Louvor. Jejuávamos, não bebíamos, não fumávamos, não dançávamos e eramos dizimistas fiéis, sempre buscavamos padres ligados a RCC para comungarmos. Volta e meia algum de nós estava tendo problemas, ou sendo proibido de pregar, após sermos delatados ao pároco ou ao Bispo.

Após algum tempo as tensões dentro de meu casamento foram aumentando. Fui me afastando aos poucos do movimento carismático, indo só as missas. Meu casamento entrou na chamada “crise dos sete anos”. Eu e minha esposa tínhamos pouco diálogo e contato físico. Os problemas avolumavam-se em casa, acabei me separando e me envolvendo com outra mulher. Fui embora de minha cidade, fui para Três Lagoas, onde fui morar com uma tia a qual era mãe de santo. Esta situação e meu novo relacionamento duraram pouco menos de um ano, foi então que retornei a Dourados. Agora sozinho, morando nos fundos da casa de minha mãe, mergulhado numa crise de depressão e profunda opressão, passei a ouvir vozes. E em obediência a uma delas, tentei o suicídio.

Pela graça de Deus sobrevivi. Poucos dias depois, ainda muito angustiado, numa terça-feira, ouvi uma voz que me dizia para ir a Igreja. Naquela tarde passei em frente a diversas denominações desde históricas como a Presbiteriana a pentecostais, tais como Assembleia de Deus e Deus é amor. A única que encontrei aberta foi a Igreja Metodista em cabeceira Alegre. Algumas senhoras estavam reunidas para a “Tarde da Benção”, entrei, sentei-me no ultimo banco. Notando minha presença uma das senhoras me chamou a para orar com elas. Elas começaram a cantar o hino: “Em fervente oração”, naquele momento senti meu corpo queimar, meu coração palpitava e as lágrimas torrenciais jorravam como rio de meu interior. Uma paz profunda inundou meu ser, ocupando o vazio no peito com o qual cheguei ali. Sai daquela simples reunião de oração cheio de alegria e esperança, o fardo, a culpa, os pecados ficaram lá no altar.

Três meses depois fui batizado, agradeço a Deus pela vida do pastor Sidney Golveia, quae atualmente pastoreia a Igreja Metodista em Dracena – SP. Ele conhece minha história, acompanhou minha chegada na Igreja e me deu apoio e orientações. Com o tempo Deus tornou-me intercessor, coordenador do ministério de oração, professor dos adultos, evangelista, Missionário. Em fim, hoje pela graça de Deus, sou um pastor metodista, e há sete anos ajudado por minha esposa e filhos, exerço o ministério pastoral. Minha familia toda hoje serve ao Senhor, pois um ano após meu reencontro com Cristo na Igreja Metodista, Deus restaurou meu casamento.

Uma das muitas coisas que me cativou na Igreja Metodista, foi o ensino dos atos de piedade e atos de misericórdia. Vida com Deus que se desdobra no serviço ao próximo por meio da ação social, motivada pelo Espírito. A vivência e pregação do Evangelho pleno, buscando alcançar ao ser humano em sua totalidade, bem como a transformação da sociedade por meio de uma fé engajada. Lendo João Wesley descobri que não precisava negar minha experiência com o Espírito para atuar no serviço ao Reino. Na espiritualiade e doutrina wesleyana encontei aquilo que senti faltar quando fui as reuniões das CEBs. E que também faltava no movimento carismático católico. O EQUILIBRIO.

Ainda hoje, alguns me perguntam, se sou: carismático, libertacionista, tradicional ou pentecostal. Eu respondo, dizendo que sou um simples cristão, o qual não se prende mais a nenhum rótulo, buscando somente fazer a diferença na sociedade e dar frutos no Reino de Deus.

Sempre que falo do que vivi no catolicismo, alguém sempre pergunta: se realmente é possível um católico ter uma experiência de conversão e ser batizado com o Espírito Santo? Diante de tais indagações, cujas razões se firmam no histórico anti-catolicismo existente no meio evangélico protestante, respondo:

– Nada sei sobre a experiência dos outros, o que sei é que a minha foi e continua sendo real. Penso que o Espírito pousa, onde encontra um coração aberto. Tal qual a chuva penetra no solo sequioso encharcando todos os poros, inundando todas as dimensões do ser. Isto aconteceu comigo, e ninguém pode negar o que eu vivi, pois Deus se tornou real para mim, quando eu ainda era um católico.

Penso ainda que, a melhor resposta para tal questão, foi dada por Jesus a Nicodemos, quando falavam sobre novo nascimento: ”O vento sopra onde quer e tu ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito.” (Jo 3.8) Interpreto que, sendo como o Vento, o Espírito penetra em qualquer lugar, individuo ou instituição. Nada pode impedir sua manifestação quando Deus o direciona.

O Papa, o pai de santo, a cúpula desta ou daquela religião, dogma, estruturas humanas ou sobrenaturais não podem impedir o agir de Deus por meio de seu Espírito. Obviamente como protestante, reneguei muitas coisas não bíblicas do catolicismo romano, preservo apenas muitas coisas dos ensinos da Patrística. Gosto de estudar sobre a vida de Agostinho, Francisco de Assis, João da Cruz, Tereza D’Ávila e outros que o catolicismo chama de santos, porém não os tenho como mediadores, mas exemplos de seguidores Daquele que exclusivamente hoje sigo e sirvo. Afastei dos dogmas e outros ensinos romanistas, mas não posso negar que foi lá que tive meu primeiro contato com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra. Como protestante, hoje busco unir no meu ministério o melhor das duas tradições.

E eu sei que muitos católicos têm buscado a Deus com sinceridade em meio ao emaranhado de ensinos extras – bíblicos do catolicismo, da mesma forma que em muitas pseudas igrejas evangélicas ou protestantes, existem pessoas sinceras buscando a Verdade Maior em meio a heresias e afastamento das Escrituras e ensinos reformados. Creio que com tais “buscadores de Deus”, mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente acontecerá o que ocorreu comigo. Eles encontrarão O que procuram, pois Ele já os procurou antes da fundação do mundo e os deu a Seu Filho Jesus Cristo. Afinal Deus nos faz surpresas, mas nada o surpreende, portanto minha conversão já era conhecida por Ele mesma antes de ocorrer. Por sua oniciência e preciência Deus conhece cada detalhe de nossas vidas, pois como diz o salmista: Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. (Salmos 139:16)

Em suma: Minha experiência ensinou-me que; onde houver um coração sedento e uma boca aberta a clamar, certamente ali o Espírito de Deus fará seu pouso. A seqüência do renovo é conseqüência do plano de Deus na vida de quem sinceramente com sede por seu Espírito clamou. Penso assim, pois foi Ele mesmo quem afirmou: “Clama por mim, que eu te ouvirei e te mostrarei coisas grandiosas e sublimes, que tu não conheces.” Jr 33,3. Em nossa peregrinação cristã, Deus tem surpresas pra nós, sigamos após Ele, pelo Caminho por Ele estabelecido e confiantemente nos deixemos surpreender por sua Graça sublime.

Na Graça que nos congraça

Pr. José do Carmo da Silva (Zé do Egito)

comentários
  1. Pr Novelletto disse:

    Deus te abençoe sempre. confesso minha admiração. temos origem no mesmo pantanal.
    abraço fraterno.Pr Benedito

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