O Enigma de Abiel: “Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?”

Publicado: 29/04/2010 em Artigos, BlogBlogs.Com.Br, Cronicas Cristãs, Uncategorized
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  • Há muito circula pela internet um artigo que de forma jocosa relata uma discussão sobre, quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada? No texto, cada pensador, instituição, igreja e etc. dão complexas respostas ao dilema, que só perde para o enigma de Tostines, o qual até hoje ninguém soube responder se ele: vendia mais porque era fresquinho, ou era fresquinho porque vendia mais“?”
  • Pensando sobre isto resolvi escrever este artigo, ele é uma abordagem bem humorada sobre o nosso jeito metodista de ser e resolver as coisas. Se alguém, se enxergar dentro do texto, parabéns, pois isso mostra que você realmente faz parte do Povo Metodista! E antes que alguém queira me “pegar”, lembro a vocês que faz parte do bom metodismo viver esta máxima de João Wesley: “Quanto a todas as opiniões que não danificam as raízes do cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar”.E a troca ou não de uma lâmpada ou as divergências sobre formas e razões sobre a troca da mesma, que jocosamente abordarei neste post não produzem tal dano a fé cristã. Ao menos é o que eu teorizo e espero!
  • Os dramas sempre começam nas igrejas locais, onde a missão realmente acontece. Por ser na igreja local que tudo ocorre é para lá que deve fluir e confluir as decisões das lideranças eclesiásticas. O questionamento “lampadesco”: “Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?”, usado como título deste artigo não dividiu a igreja, mas causou um”rebuliço” e tanto!
  • Tudo começou em uma igrejinha metodista, encravada num vilarejo aqui pras bandas do Mato Grosso do Sul, onde havia poucos postes de luz elétrica. A questão pequena, que nasceu em cidade igualmente pequena alcançou proporção nacional e universal, envolvendo leigos/as, clérigos/as. Certo juvenil por nome de Abiel, olhando para uma antiga lâmpada há muito queimada, centralizada no alto sobre o altar de sua igreja, durante um culto notando que a lãmpada estava apagada, perguntou a Luzidalva, sua professora de EBD: “Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?”
  • A professora, sem resposta, para tal indagação entrou em crise e resolveu levar a pergunta para a coordenadora do Ministério de Ensino, dona Maria das Luzes. Dona Maria das Luzes, de tanto pensar sobre o enigma de Abiel, que tal qual a esfinge do mito grego de Édipo ameaçava devorar seu cérebro, caso não achasse a resposta quase sofreu um “apagão” mental.
  • Totalmente abalada, resolveu levar a questão para o Reverendo Luzanir Luzamiro Luzano, o pastor “Lulu” como era carinhosamente chamado por seus paroquianos.
  • “Lulu”, depois de consultar seus livros, cartas pastorais, cânones e ter ate mesmo jejuado três dias em busca de uma luz, não achando respostas para o enigma “lampadoexistencial” do juvenil, convocou uma reunião extraordinária da CLAM para juntos deliberarem sobre o assunto.
  • Mas depois de tratarem exaustivamente do tema, a pergunta não foi satisfatoriamente respondida pela CLAM, e alguém propôs que a questão e possíveis soluções, fossem enviadas em forma de propostas escritas em três vias para a CODIAM. A CODIAM também não obteve respostas, e como era interregno de Concílio Regional, então, ela decidiu enviar a questão, as propostas de soluções e mais os adendos colocados pelos delegados leigos e clérigos para a COREAM.
  • A COREAM não encontrou respostas para a pergunta, a qual não calava. Então a discussão foi para os Concílios Regionais, os quais decidiram que questão de tamanha importância deveria ser tratado no Concílio Geral. Os CRs obviamente fizeram os encaminhamentos, tudo devidamente embasado nos Cânones, mas, nas regiões sempre haviam discordância entre as múltiplas linhas teológicas, devidamente representadas de forma paritária por clérigos/as e leigos/as etc. e tal. Apesar dos debates que entravam madrugadas adentro não se encontravam respostas para a questão: “Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?”
  • Convocaram especialistas em cânones para buscarem brechas na lei, para apoiar ou desautorizar a troca da lâmpada, mas nada!!
  • Como a causa alcançou importância nacional foi levada para o Geral, mas lá, diante de uma discussão calorosa houve impasse, pois também entre os delegados existiam partidos pró e contra a troca da lâmpada. Cada qual com argumentos definidos sobre suas posições e devidamente preparados para defendê-las. Delegados sondavam para ver qual era a posição dos “episcopaveis”, e dependendo se ele fosse contra, os a favor da troca da lâmpada, já o descartava como candidato. O mesmo fazia os contrários à troca da lâmpada.
  • Alguns vociferavam dizendo que iam recorrer da questão, pois julgavam a troca da lâmpada uma exclusão, uma inovação, um abandono das tradições wesleyanas. Enquanto outros diziam que a manutenção da lâmpada era um retrocesso, tradicionalismo mórbido, puro anacronismo religioso.Houve até um doutor em Leis jurídicas civis e eclesiásticas que ameaçou entrar com um mandato de segurança, caçando a decisão do Concilio Geral se acaso a lâmpada fosse trocada! Diante da fala dele, outro rábula subindo na mesa gritou: “Com mandato de segurança entrarei eu, acaso ela não seja trocada!”
  • Como a discussão ameaçava tomar conta do Concílio, roubando o tempo para a eleição dos novos ou reeleição dos bispos/as, alguém apresentou uma proposta de que fosse criado um Grupo de Trabalho composto por pessoas clérigas e leigas, homens e mulheres de opiniões pró e contra a troca da lâmpada. Os componentes do GT dialogariam, debateriam exaustivamente o assunto e depois a decisão seria repassada para a COGEAM que a discutiria com o novo Colégio Episcopal, o qual emitiria um Documento as comunidades de fé, orientando-as sobre este drama da modernidade que gira em torno desta questão: Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?
  • Alguém fez uma emenda a proposta de criação do GT, sugerindo que fosse convidado um eletricista para orientar seus componentes, até eles chegarem a uma decisão conciliatória. Diante desta sugestão, o plenário foi as alturas e o proponente foi amplamente aplaudido de pé. E ao ser ovacionado daquela maneira, julgando ter “cacife” para ser bispo, passou a aspirar o episcopado, se declarando candidato. Mas, quando falou isso, as palmas cessaram abruptamente, ouvindo-se somente alguns sons como estalos de milho pipóca piruá, e o “iluminado” candidato logo se convenceu que não seria eleito.Enquanto tudo isto acontecia, alheio ao que sua pergunta causou, o Abiel permanecia lá na sua igrejinha do interior, “dando milhos aos pombos!”.
  • Houve aprovação ao adiamento da busca da resposta a questão “abielonica”, o que abriu espaço para que mais pessoas participassem da discussão, podendo escrever suas propostas deixando-as sobre a mesa do Concílio:
  • Abaixo cito algumas propostas que ficaram sobre a mesa do Concilio Geral.
  • METODISTAS SAUDOSISTAS. Que se faça registrar nas ATAS deste conclave, que em defesa da tradição, e contra a remoção dos marcos da antiguidade, somos contrários a troca da lâmpada, mesmo que esteja queimada, pelo fato de ela estar ali desde a fundação do templo, pois fora uma lâmpada doada pela família “fundadona“, ops! Dizemos “FUNDADORA” da Igreja. Ela traz lembranças memoráveis aos remanescentes da família do senhor Alécio Falécio Jamorto Fazanos, que ainda congregam na comunidade.
  • Recordamos que no dia em que a lâmpada foi entronizada, ou seja instalada, ele, embaixo das luzes dela cantou: “Brilho celeste! Brilho celeste! Enche a minha alma, glórias dos Céuuussss!”
  • Sem falar que, ela traz a memórias dos antigos daquela comunidade, os áureos tempos em que a junta de ecônomos que decidindo tudo sozinha mandou colocar aquela lâmpada. Contudo, para que não nos acusem de intransigência, nosso grupo está disposto a apoiar a troca da lâmpada, desde que seja para colocar uma original dos tempos de Wesley, do contrário que fique lá mesmo, a queimada!
  • Enviou suas propostas um grupo mais “moderninho” da IM os quais eram a favor da criação do MITROLACAJ, Ministério de Trocadores de Lâmpadas Candeias de Jesus, (quando não houvessem lâmpadas para trocarem, fariam coreografias nas igrejas). Eles “alfinetaram”, os “saudosistas” dizendo que valorizavam uma igreja de “Dons e Ministério” e se opunham aos que defendem uma igreja de “Donos de Ministérios“. E que a Igreja devia se abrir as “novas” luzes.
  • Veja outros grupos que também se manifestaram:
  • CARISMÁTICOS: defendiam a troca da lâmpada por uma “Lâmpada de Azeite da unção”.
  • TEÓLOGOS LIBERAIS: Eram a favor da permanência da lâmpada, por não ser “pecado” ser lâmpada queimada. Afinal de conta a missão da Igreja é incluir as “diversidades”. Chegaram a propor que: ”Se acaso ocorrer a troca da lâmpada, que seja considerado por aqueles que saírem vencedores nesta questão, a possibilidade de colocar uma lâmpada com as cores do “Arco íris”.
  • TEÓLOGOS LIBERTACIONISTAS: Eram a favor de dar a lâmpada o direito de trocar a si mesma, sendo ela protagonista de sua libertação do soquete e fiação que a mantinha presa a um sistema gerador, dominado pelas estruturas de morte que para gerar luz inundam grandes áreas, causando assim exclusão social!
  • ECUMÊNICOS: Defendiam a união de todas as “luzes cristãs”, mas foram vencidos, por aqueles que eram contrario a mistura das “luzes”, argumentando que: existem grupos que apesar de se declararem “cristãos, na realidade a luz que irradiam de suas velas é treva obscurantista e ocultista.
  • OS ECOTEÓLOGOS: Somos a favor da troca da lâmpada, desde que:
  • 1º – Se verifique a possibilidade de reciclá-la, e sendo possível o faça!”
  • 2º – Se não for possível a reciclagem, então que a troca ocorra seguindo as seguintes observações:
  • A nova lâmpada devera se de material ecologicamente correto. A lâmpada antiga devera ser moída e o pó dela misturado ao cimento e usado na construção de lages de casa. Evitando assim que seja lançado na natureza e contamine os mananciais. E que seja construído um moinho de vento ao lado do templo, ou colocado placas de captação solar, para que a nova lâmpada passe a ser acesa
    por energia natural.
    O pessoal do MOVIMENTO NEGRO escreveu uma carta, argumentando e perguntando: “Há muito tempo aquela lâmpada com traços europeus estava lá, e, ali foi colocada por um descendente de um missionário oriundo do sul escravista. Agora que ela queimou, perguntamos: já não esta na hora de colocar uma lâmpada “afro-acendente”?”
  • Na mesma linha de reivindicação veio uma carta (ou um sinal de fumaça?), das Missões Indigenistas Metodista, declarando: “Retirem a lâmpada e não coloquem mais! Façam uma fogueira que iluminara toda a Igreja, acendam-na sobre o altar, próximo a cruz, ai vocês terão realmente a cruz e a chama! E o fogo arderá continuamente sobre o altar e não se apagará. Agindo assim, vocês serão: bíblicos, wesleyanos e ainda resgataram um pouco de nossas tradições indígenas que é cultuar em volta da fogueira!” Ou vão querer dizer que fogueira indígena é fogo estranho? Seus crentes caras pálidas!!
  • As Mulheres pacientemente escreveram: ”Somos a favor da troca da lâmpada sim! pois acreditamos que tudo é uma questão de ideologia de gênero, firmada sobre pressupostos arraigados em estereótipos que não condizem com a potencialidade e proatividade da luz que emana da lâmpada trocada de forma participativa pela mulher emancipada. Portanto sugerimos que seja feito por duas pessoas, um homem e uma mulher. O homem fica embaixo segurando a escada e a mulher sobe e faz a troca!! A coisa ameaçou esquentar, quando o GT se reuniu e um “engraçadinho” disse: “Apoaiado, pois a única coisa que mulher faz bem é dar a luz!”
  • METODISTAS CONFESSANTES. Que em sua proposta declararam: “Confessamos que a lâmpada não deve ser trocada, ela deve permanecer lá! Como um protesto, as inovações que estão invadindo a Igreja Metodista. A lâmpada foi queimada por causa destes movimentos, tais como: GADITAS, BATALHA ESPIRITUAL, LEVITAS e afins” Embora a “resistência” da lâmpada não tenha resistido e se rompido, diante do fogo estranho que invade a Igreja, nós confessamos que resistiremos até o fim!
  • UM LEIGO, que foi pela primeira vez ao CG, não entendeu que a decisão havia sido deixada para o GT e a COGEAM, quando se fazia a eleição dos bispos/as, levantou-se na plenária, e saiu sapateando e profetizando em línguas estranhas. Parando diante da plenária, posicionado próximo ao altar, com ar messiânico em tom profético bradou: “Povo Metodista, habibesquibesesfirra”, riparalapatrás!! Aleluiiaaa!! Eis que eu vos digo, assim vos falo a fim de vos trazer uma luz!! A lâmpada do templo não é importante, o importante é isto que vos pergunto: Já acendestes a vossa a luz interior? As candeias de vossas almas estão brilhando! Brilhaaandooooo! Brilhaaandoooo por Jesus? Se não estás, venha à frenteeeee agora!!! Venhaaaaaaaaaaaaaaaaaa… e deixe a luz do céu inundar todo teu ser! habibesquibesesfirra”, riparalapatrás!!! Mochééé, Mochééeee!! Eressss Codó, Mochéee!! Eis que assim declara a Luz das luzes: “A troca da lâmpada não será necessário, pois grandes luzes estão sendo acesa neste lugar!! Se você crer será acesso, toque em mim e receba! Recebaaa!Recebaaaaa!! Sinta o meu toque e acendaaaaaaaaa! Acendaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • Alguém gritou: “- Irmão “sapatinho de fogo” sua proposta está fora da TOMADA! Ops, quero dizer fora de ordem!!”, mas alguns dos LEVITAS, levitaram na profetada e quando o profeta se calou, inspirados pela palavra profética liberada ainda que no momento errado, se puseram a cantar no maior estilo Marcos Witt:
  • “-Acende uma luz e deixa brilhar, a luz de Jesus, que brilha em todo lugar! Tu não podes te esconder, tu não podes te calar, diante da necessidade acende uma luz na escuridão.”
  • O tumulto acabou, quando o som de uma martelada vindo da mesa presidencial se fez ecoar no recinto!!
  • As demais propostas que chegaram à mesa por escrito continham ainda outras participações de:
  • Alguns professores/as da faculdade de teologia: Defendemos a troca da lâmpada, mas desde que seja feita por um LAMPADOLÓGO, devidamente formado em LAMPADOLOGIA e com mestrado em ILUMINISMO. Ele estará acima de todas as coisas, apto a colocar uma lâmpada que não interfira no ambiente, desfigurando assim o espaço sagrado, afinal ele é Mestre e Doutor em liturlampadologia! Vamos convocar uma SAT Semana de Atualização Teológica, para discutirmos sobre: “O Enigma Abielônico. Uma introdução sobre a troca da lâmpada e seus efeitos na estrutura, pensamento e missão do metodismo contempôraneo.”
  • Neo-pentecostais: Somos unanimemente a favor da troca da lâmpada e revelamos que fomos nós os causadores da queima da mesma. Nós descobrimos nela símbolos diabólicos, então fomos fazer uma sessão de descarrego e ao a derramarmos sobre ela óleo ungido frio não percebemos que ela estava quente. O espírito maligno deu pipoco e deixou a lâmpada, só que a vinçança dele foi maligna, pois ao sair ele provocou um curto circuito que culminou no queimar da “endiabrada”! Não sentimos cheiro de enxofre, como é comum nos descarregos, mas de fio queimado. Mas só apoiaremos a colocação de uma nova lâmpada, se ela for ungida antes de ser colocada no soquete. E que a cada sete dias, ela seja, novamente untada por 12 servos que deverão ter a cabeça raspada e andar descalços e vestidos de saco, eles só poderão sair do templo para irem a Marcha para Jesus, quando se vestirão como cidadãos normais. Nesta ocasião levarão a lâmpada para receber uma “unção” apostólica. Há… é importante que a lâmpada seja da marca G12!!. Aproveitamos ainda para pedir a este GT que aprovem a manutenção da família e dos 12 que ficarão no templo a cuidar da lâmpada. A manutenção se dará com as primicias de cada membro, as quais serão reservadas aos Sacerdotes Templários da Lampada Renovada.
  • E lá na Igrejinha sul- mato-grossense, diante da demora da resposta para sua pergunta: “Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?,” Abiel o juvenil que criou todo esse rebuliço”, cresceu, amadureceu e entendeu que certas questões na vida da Igreja em nada edificam e são tão sem sentido quanto discutir o “sexo dos anjos”. Ele leu a Palavra em Mt 5:14-16 e passou a anunciar: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. De posse dessa verdade, convencido que ele era chamado a ser a “luz” neste mundo que está mergulhado nas trevas das divisões, intolerância, fundamentalismo, sectarismo, relativismo bíblico e teológico, esfacelamento da família, briga pelo poder, Abiel seguiu pelas trilhas do mundo, proclamando a Boa Nova do Reino, fazendo brilhar a luz que a Palavra de Deus revelou ser ele. Mas por estas bandas aqui do Mato Grosso do Sul, ainda correm boatos que existem pastores/as e leigos/a de todas as linhas teológicas tentando responder à perguntas que ninguém faz mais. Queimando seus neurônios, a fim de responderem: Quantos metodistas são necessários para trocar uma lâmpada?
  • Conclusão.
  • Ao findar este post tão longo quanto os Concílios, mas tão reflexivo quanto, eu peço a Deus que abençoe a nossa IGREJA METODISTA, sua forma de governo e instâncias de decisões. Longe de desvalorizar” a instituição eu quis somente mostrar a riqueza da diversidade de pensamento existente dentro deste Povo chamado Metodista. Quis também destacar que uma questão tão simples como a troca de uma lâmpada levantada por um juvenil, abre espaço para a participação de todos e todas independente da tendência teológica.
  • Estamos nos aproximando de mais um CONCÍLIO GERAL, e devemos ter em mente que é nele que clérigos/as e leigos/as definem o caminhar da nossa amada Igreja. Que estejamos desde já independente da linha teológica orando por esse momento decisivo na vida da Igreja Metodista. Clamemos aos céus para que quando o conclave chegar, nele prevaleça o espírito cristão no qual não há ganhadores nem perdedores, mas parceiros que independente da tendência teológica se irmanam participando da Missão de Deus em salvar o mundo. Assim procedendo viveremos a essência desta frase de Wesley revivendo Agostinho: “No essencial, unidade. No não essencial, liberdade. Em tudo, amor.”
  • ** Está é uma obra da imaginação de alguém que nunca foi ao um Concílio Geral, portanto quem já foi perdoe-me por descrições que não condizem com o Conclave!
  • Pr. Zé do Egito
comentários
  1. Tauppeelt disse:

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    I’ve been around for quite a lot of time, but finally decided to show my appreciation of your work!

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    Cheers
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