Crer e não ter a vergonha de ser feliz… (Impróprio para quem não gosta de piadas e de samba)

Publicado: 29/04/2010 em Artigos, BlogBlogs.Com.Br, Cronicas Cristãs, Missão, Poesia, Uncategorized
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O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. Pv 17.22.

“Uma piedade azeda (amarga) é religião do diabo”. ou “Piedade (religião) carrancuda é religião do diabo” João Wesley
Reflexão escrita com base na Bíblia Sagrada e no Samba: Viver e não ter a vergonha de ser feliz. De Autoria de Gonzaguinha.

Dia desses, eu ouvia um música cristã chamada: ROSTO DE CRISTO que em determinado trecho diz assim:

Não creio, não creio num Cristo vencido,
Cheio de amargura, semblante de dor;
Eu creio no Cristo de rosto alegre,
Eu creio em Jesus, vencedor.

Diante da mensagem da supracitada canção, cuja autoria me é desconhecida, comecei a refletir sobre algumas incoerências existentes no meio cristão. São tantas as incoerências, mas aqui quero abordar uma delas, que é a atitude de se pregar uma coisa e viver outra.

Calma que eu explico! O Evangelho é conhecido como “Boa Nova”, e segundo o que o missionário angelical anunciou aos pastores, é uma “Boa Nova de grande alegria”, destinada a todo o povo. (Lc 2.10). Penso que, uma Boa Nova deveria trazer alegria, para aqueles/as que a acolheram e a anunciam. Mas, paradoxalmente o que muitas vezes vejo é uma imensa tristeza na vida de muitas pessoas que dizem crer e até mesmo pregam a Boa Nova anunciada pelos anjos. Tal Boa Nova é a Encarnação do Verbo de Deus, manifesto em carne como Jesus de Nazare. É a entrada definitiva de Deus na história humana, livremente por amor abrindo mão do explendor de sua glória, esvaziando-se e se humilhando, tornando se carne e vindo viver entre os caídos a fim de por sua encarnação, vida, morte e ressurreição levantá-los. Levantá-los não mais como criaturas, mas como filhos e filhas amadas do Pai.

Apesar da extraordinária Boa Nova de grande alegria, acima citada, há entre os cristãos, gente que não canta, não sorri, por que acham que se alegrar é pecado. E por assim crerem não se alegram e ainda estragam a alegria de outros/as. Um dia estava em uma roda de Tereré, com alguns amigos, três cristãos e um não cristão, estávamos conversando, e em certa altura da conversa, contei a seguinte piada;

Um bêbado se aproximou do mar da Galiléia, e apontando para um barco pergunta:

– quanto custa para andar neste barco?

Um judeu dono dos barcos responde:

– 2.000 Euros à hora.

O bêbado torna a perguntar:

– E naquele outro?

O judeu respondeu:

– 3.000 Euros.

O bêbado espantado e indignado com os preços altos perguntou:

– Caramba meu! Por que é tão caro assim?

O judeu fitando-lhe nos olhos responde:

– Saibas que é caro assim, por ser esse o mar onde Jesus o Todo Poderoso andou sobre as águas.

O Bêbado chacoalhando a cabeça em sinal de reprovação replicou:

– Agora entendi, e acho que Ele estava mais do que certo. Com preços tão altos como esses, Ele tinha mais é que andar sobre as águas mesmo! Até parece que ele iria pagar um absurdo desse. Jamais, Jamais…

Quando acabei de contar a piada, todos estavam rindo, menos um dos colegas crentes. Ele logo se levantou e chamando-me de lado disse:

– Pastor Zé do Egito me perdoe, mas é minha obrigação exortá-lo!

Eu perguntei:

– por quê?

Ele falou:

– O irmão sendo pastor deveria saber que não pega bem, para nós crentes contarmos piadas! Pois a bíblia diz que nossa conversa deve ser sempre temperada para edificar os ouvintes. Além do mais estou indo embora, pois o Salmo 1 no versículo primeiro, diz que não devo sentar-me na roda dos escarnecedores…

Depois de me dar essa “ensaboada”, sem sequer dar-me oportunidade de tentar ao menos me explicar, meu exortador se retirou e nunca mais falou comigo. Quando passava por ele e cumprimentava-o, com, a paz do Senhor , como é o costume da denominação dele, ele não mais respondia. Em paz comigo e com Deus, sem nada em minha consciência a me acusar, prossegui minha vida.

Assim como esse colega, existem muitas pessoas que ao invés de serem chamadas de cristãs, deveriam ser chamadas de “tristãs”, pois da maneira que elas vivem parecem mais adeptos do “tristianismo” do que do Cristianismo. Enfatizo na minha comunidade de fé, que, nós cristãos somos o povo mais feliz do universo, e por isso devemos transmitir alegria. O primeiro motivo pelo qual devemos transmitir alegria é pelo fato de sermos salvos por Cristo Jesus de todas e quaisquer condenações. Isto fica inequivocamente claro na Bíblia Sagrada, que diz:

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8.2).

A supracitada afirmação bíblica, que saiu da boca de Deus, através do apóstolo Paulo aos cristãos de Roma, também é endereçada a nós. E somente ela, já seria suficiente para nos fazer vivermos felizes, livres das neuroses e esquisicrentices ou esquisicrendices que pululam no meio cristão. Mas, para derrubar por terra quaisquer dúvidas que ainda possam existirem, o Apóstolo Paulo enfaticamente declara:

“Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a autora, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rm 8.38,39).

E assim como a canção “Rosto de Cristo” declara, eu não consigo imaginar, Jesus de Nazaré, como uma pessoa com o rosto triste, sempre com cara fechada. A Bíblia diz que Ele era cheio do Espírito, e, é impossível alguém ser cheio do Espírito e ser triste, carrancudo, amargurado…

Permita-me agora, passar do “sagrado” para o “secular”, ou como muitos preferem da música “gospel” para a música “mundana”. Faço essa transição, pois quero falar de uma canção, que para mim, deveria estar em um hinário, como composição de um cristão.

Como afro-brasileiro, convicto e orgulhoso daquilo que existe de bom nas tradições do povo negro e de meu país, a música não poderia ser outra senão um bom samba. Refiro-me a música: “O que é, o que é”, lançada por Gonzaguinha em 1982, e que se tornou seu maior sucesso.

Eu sei que esta declaração minha pode causar arrepios em alguns/mas irmãos/ãs mais puritanos/as. Mas, antes de me lançarem na fogueira, tachando-me de herege mundano, que gosta de uma batucada, deixem-me explicar. Convido você que foi liberto pela graça a deixar o medo e o preconceito de lado e vir comigo. Numa ótica cristã analisemos alguns versos do samba, “O que é, o que é”, e seguindo a orientação paulina, retenhamos dele o que for bom. Convido você a olharmos para as letras dessa canção com os olhos da graça, vendo beleza evangélica onde muitos, mesmo cristãos, só enxergam pecado e mundanismo. Vamos lá, como dizem os sambistas no “gogó”:

Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar, e cantar, e cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz.
Ah, meu Deus!

Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!

1º – Viver e não ter a vergonha de ser feliz.

Ao invés de: viver e não ter a vergonha de ser feliz, se eu tivesse recebido de Deus a dádiva de compor a canção em análise, colocaria “CRER” e não ter a vergonha de ser feliz. Assim faria por pensar que devemos e temos inúmeras razões para irradiarmos alegria. Pois o Deus em quem cremos é um Deus de alegria. JAVÉ é Deus de festas. Basta uma rápida olhada no Antigo Testamento, para logo se deparar com as inúmeras festas que Ele ordenou. E no tempo da Graça, onde diante de tudo que é belo e edificante devemos achar graça, não existe mais motivo para se ter vergonha de ser feliz, pois para nossa felicidade, Jesus sofreu a “ignomínia” que estava a nós destinada. Ignomínia, que entre outras coisas significa: Grande desonra; opróbrio; humilhação extrema. O Escritor da Carta aos Hebreus no capítulo 12 versículo 2, assim declara: “Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e esta assentada à destra do trono de Deus”.

2º – Cantar, e cantar, e cantar.

São inúmeras as passagens da Bíblia que incentivam o canto. No Antigo Testamento, temos: 1 Cr.16, 9; 16.23; Sl 13.6; 81.1; Sl 105.2; Is 54.1. Além destas existem ainda muitas outras passagens que incitam ao cantar.

No Novo Testamento, lemos na parábola do filho pródigo, em Lucas 15. 25, que quando o irmão mais velho retornava do campo, ao se aproximar da casa, “ouviu as músicas e as danças.” Tiago assim diz: “Esta alguém alegre? Cante louvores.” (Tg 5.13b). Mas, quem sabe, com medo de se alegrar e estar pecando, alguém pode argumentar: “mas essas orientações e exemplos são de músicas sagradas, músicas que os judeus crentes e os cristãos usavam”. Mas, pergunto: o que seria permitido para nós cristãos cantarmos? Será que são sós os corinhos antigos? Os hinos cristãos? Ou os mais diversos ritmos atuais, mas desde que seja Gospel?

Eu concordo com quem argumente que as citações acima, provavelmente falem de louvores a Deus, porém, eu baseio meu contra argumento de que a música: “O que é, o que é”, de Gonzaguinha é digna de estar num hinário cristão, porque a meu ver ela se encaixa na abaixo citada orientação de Paulo:

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”
(Fl 4.8) O que é, o que é, fala da vida, fala da pureza da resposta da criança, fala de Deus, fala da luta do povo, fala da esperança em dias melhores. E fala também da beleza de ser um eterno aprendiz.

Penso que a pessoa que teve um encontro com Deus, ela se torna um aprendiz. Ela é alguém que esta crescendo em graça. (Ef 4.15; Cl 2. 7; 1 Ts 3.12; 1 Pd 2.2; 2 Pd 3.18). E que este aprendizado vai por toda a vida, até aquele grande dia, quando atingirmos a perfeita varonilidade e nos tornarmos, assim como Cristo Jesus é.

Na segunda estrofe, ao dizer: Eu sei que a vida devia ser bem melhor, a canção mostra o atual estado da pessoa humana, vivendo uma vida que podia ser bem melhor. Mas pelas questões abaixo citadas não são.

A fé cristã ensina que a vida só não é plenamente melhor aqui no presente século, devido ao pecado, devido ao egoísmo, a corrupção, devido à falta de misericórdia de uns para com os outros. As causas deste estado de coisas são explicitadas nesta declaração de Paulo em Romanos 5. 18a: “por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para a condenação.”. A humanidade se afastou de DEUS em Adão, agora o ser humano é vazio, e tenta muitas vezes se preencher nas drogas, no sexo desenfreado, no lucro, nas bebidas, na fama, no poder, em falsas religiões e outras coisas tão vazias quanto aqueles/as que as buscam. Santo Agostinho dizia. “Fizeste-nos para ti e inquieto está nosso coração, enquanto não repousa em Ti [1].”

As pessoas permanecem inquietas em suas almas, até que sintam a alegria de ter um encontro com Cristo Ressuscitado, e possam então movidas pela graça, assim como Paulo declarar: “Tanto sei estar humilhado como também honrado; de tudo e em todas as circunstancias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundancia como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4.12,13)

Mas na mesma estrofe, onde denuncia o estado mórbido e vazio da pessoa humana, o poeta fala de esperança em dias melhores, afirmando: Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será”. O que vejo aqui é que, nesta parte da canção destaca-se uma esperança escatológica, que demonstra a fé em uma vida melhor no porvir, o que é essencialmente cristão.

A fé cristã ensina que esta vida melhor nos vem através da fé em Jesus de Nazaré, O Verbo encarnado, que padeceu uma morte, onde operou: “um só ato de justiça, por meio da qual veio à graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida” (Rm 5.18). Devido a este ato justificador operado pelo CORDEIRO DE DEUS, que tira o pecado do mundo, movido pelo Espírito Santo, podemos felizes e jubilosos, como Santo Agostinho declarar: “Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Eis que estavas dentro e eu fora. Estavas comigo e não eu contigo. Exalaste perfume e respirei. Agora anelo por ti. Provei-te, e tenho fome e sede. Tocaste-me e ardi por tua paz.[2]”. A humanidade que morreu ao se alienar de Deus por meio da desobediência do primeiro Adão, que quis ser igual a Deus, só poderá voltar-se para Deus, por meio da obediência do Segundo e ultimo Adão. Jesus Cristo que mesmo sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz. (Fl 2. 6 a 8)

Na parte b, da segunda estrofe da canção, o poeta declara: “Mas isso não impede que eu repita: É bonita, é bonita e é bonita”.

Nos cristãos, somos chamados a ver o mundo dessa forma, olhando além da desesperança, trazendo a nossa memória, o que nos pode dar esperança. Apesar de sabermos que o sistema do mundo jaz no maligno, a Bíblia Sagrada afirma que: maior é Aquele que esta em nós. (1. Jo 4.4)

Sabemos que apesar das lutas, dos problemas, das guerras, da fome e da morte, a vida é bonita e vale a pena viver. Vale a pena viver e não ter a vergonha de ser feliz, pois Jesus Cristo o Filho de Deus, apesar de ter dito, “no mundo passais por aflições”, também disse: “Mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Tem gente que vive repetindo só a primeira parte do versículo, e não toma posse do restante dele, portanto vivem morando no deserto, sem nunca chegarem às fontes de águas vivas. Indivíduos assim, lamurientos e murmuradores são “verdadeiros tristãos”, os quais conhecem a noticia da sexta-feira da paixão, mas não ouviram com ouvidos espirituais a Boa Nova do domingo da ressurreição. Glórias a Deus! Jesus está vivo! Ele deixou o sepulcro vazio, por isso todo aquele que nEle crê, pode e deve viver não tendo a vergonha de ser feliz. E por saber que sem Ele, nós seus servos e servas nada poderíamos fazer, sabendo de nossa fragilidade humana, para não nos deixar a mercê do medo, antes de subir aos céus garantiu: “Eis que estou convosco até a consumação do século”.(Mt 28.20b)

São as inúmeras promessas como as supracitadas, contidas na Bíblia, Palavra de Deus, que dão motivos para o cristão viver e não ter a vergonha de ser feliz. Quem tem motivos de sobra para viverem envergonhados neste mundo e na eternidade são: o diabo e seus sequazes demoníacos, pois há dois mil anos, eles foram expostos ao ridículo, quando Cristo na cruz do Calvário triunfou sobre eles (Cl 2.15) Desde então, sob os pés da Igreja de Cristo, eles vivem envergonhados até hoje, sabendo que suas portas infernais não podem contra ela prevalecer. Tendo que “engolir” a realidade de que naqueles/as que são de Deus, não poderão jamais tocar, pois o escrito de divida que era contra nós, que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, foi removido por Jesus o Filho de Deus e encravado na cruz. Agora podemos viver felizes, estando sempre achegados a Deus, podemos rir até mesmo na cara do “derrotado príncipe das moscas”. E pondo ele para correr, devemos alegremente gritar bem alto para o mundo inteiro ouvir: “Alegrai-vos todos os povos! Alegrai-vos todas as gentes, pois o Cordeiro venceu o dragão, a antiga serpente… E a pôs embaixo dos pés de sua Noiva a Igreja Fiel, e todos/as que Nela estão vencem o príncipe deste mundo e seu sistema maligno!

A fé e segurança em Cristo levam-nos a olharmos para a vida e apesar – dos pesares sermos felizes. Firmados sempre no Senhor, cuja alegria é a nossa força. Força que nos faz vencer. Força que nos faz acreditar que, apesar das lagrimas derramadas na longa e escura noite, o dia vira, e trará com ele a alegria. Pois não existem, forças humanas ou sobre – humanas que possam impedir o nascer do Sol da Justiça que traz em seus raios vida nova, alegria e salvação aos que colocam suas esperanças em Sua graça e amor.

Apesar da espinheira danada que muitos de nós cristãos, muitas vezes atravessamos para sobreviver, o poder do Espírito Santo de Deus, nos capacita a mesmo depois das quedas a: levantarmos, sacudirmos a poeira e darmos a volta por cima. Portanto libertos do pecado e do medo, olhando e ouvindo o mundo com os olhos e ouvidos curados pelo balsamo da Graça, vivamos e não tenhamos vergonha de sermos felizes. Essa é a vontade de Deus, que em sua Palavra nos diz: Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. (Fl.4,4).

Agora se você quiser ouviu a bela poesia de Gonzaguinha, CLIC AQUI .

Pastor Zé do Egito.
Igreja Metodista em Fátima do Sul – MS. przedocarmo@gmail.com

1 – AGOSTINHO, Santo. Confissões. Ed, Paulus. 2ª Edição, 2003. p. 285.
2 – Idem.

comentários
  1. Ivarda disse:

    Meu caro Zé do Egito
    Como é bom, numa segunda-feira, deparar com maravilhas que saem do seu coração para nossa alegria. Deus o abençoe meu irmão querido e não deixe de usar esse dom maravilhoso de ser fluente com as palavras que edificam todos que lêem. Até o próximo ministerial se Deus quiser.

  2. Moisés Araujo Bitencourt disse:

    Esta mensagem é uma obra prima, divinamente inspirada!
    Deus é contigo!

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