Arquivo de abril, 2010

O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. Pv 17.22.

“Uma piedade azeda (amarga) é religião do diabo”. ou “Piedade (religião) carrancuda é religião do diabo” João Wesley
Reflexão escrita com base na Bíblia Sagrada e no Samba: Viver e não ter a vergonha de ser feliz. De Autoria de Gonzaguinha.

Dia desses, eu ouvia um música cristã chamada: ROSTO DE CRISTO que em determinado trecho diz assim:

Não creio, não creio num Cristo vencido,
Cheio de amargura, semblante de dor;
Eu creio no Cristo de rosto alegre,
Eu creio em Jesus, vencedor.

Diante da mensagem da supracitada canção, cuja autoria me é desconhecida, comecei a refletir sobre algumas incoerências existentes no meio cristão. São tantas as incoerências, mas aqui quero abordar uma delas, que é a atitude de se pregar uma coisa e viver outra.

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Quero neste artigo, brevemente discorrer sobre um pouco da vida do cantor jamaicano Robert Nesta Marley, e sobre sua religião o Rastafarismo. Robert Nesta nasceu em 6 de Fevereiro de 1945, em Nine Mile, norte da Jamaica, filho de uma jovem negra de 18 anos, por nome Cedella Booker e do inglês Norval Marley, um cinqüentenário, branco, capitão do regimento britânico das Índias Ocidentais, provavelmente protestante de tradição anglicana. O Capitão veio a falecer em 1955, diante do ocorrido, o pequeno Marley se mudou com sua mãe para Trench Town, uma favela de Kingston, conhecida como, cidade do esgoto.

Trench Town era assim chamada por ter sido construída sobre as valas que drenavam os dejetos da parte antiga de Kingston. A infância de Bob, não fora fácil, pois vivia constantemente sendo provocado pelos negros locais, por ser fruto da união de uma negra com um branco. Sua infância e juventude foram cheias de dificuldades.
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INTRODUÇÃO

O exercício do ministério pastoral traz um peso de responsabilidade sobre nós, pois ao recebermos a ordenação, ou uma licença para exerce-lo, já não somos mais pessoas comuns. Ser pastor/a no Brasil, “por hora” ainda é ser pessoa na qual boa parte da sociedade “ainda” deposita créditos. Essa boa parte da sociedade espera que o/a pastor/a viva de acordo com o que prega honrando o Nome de Deus, da Igreja Cristã, e da Denominação que representa.

Frisei “por hora” e “ainda”, pois teorizo que diante de tantos escândalos envolvendo pastores/as e falsos/as pastores/as, tais créditos estão se esgotando. Ainda mais num tempo em que do lado “protestante” “pastores” são pegos traficando armas, ou envolvidos em roubos, enquanto do lado católico romano, padres são presos por pedofilia e a TV mostra em horário nobre todo um programa de jornalismo policial onde um “respeitavel” monsenhor de 83 anos é flagrado fazendo sexo com um coroinha.

Neste artigo quero partilhar um pouco da minha caminhada e rememorar a “dança das siglas” e as experiências que vivi ao longo de sete anos. Se você tiver paciência de me acompanhar, quem sabe descobrirá que seguimos a mesma trilha. Este artigo narra uma caminhada maravilhosa, onde dei o primeiro passo como Evangelista, passei a Missionário Designado, depois para Pastor acadêmico, e agora estou Aspirante ao Presbitério. A caminhada não terminou, daqui há sete anos se Deus me conceder graça, continuarei a narrar a sequência dela. Vem comigo! Vem conhecer um pouco sobre a crise do:

“SER OU NÃO SER?”

Há sete anos, quando era um evangelista na Igreja Metodista Cabeceira Alegre em Dourados – MS, fui desafiado por meu pastor Marcio Bandeira e pelo Superintendente Distrital Getro da Silva Camargo, a mudar-me para Fátima do Sul, e fazer um trabalho junto à comunidade metodista ali existente. A Igreja em Fátima do Sul, apesar de seus trinta e cinco anos na época estava com sua membresia reduzida a quinze pessoas, e segundo alguns membros mais antigos, houve vezes de no culto de domingo ter apenas cinco pessoas. Falei com minha esposa e filhos, e aceitamos o desafio proposto.

Mudamo-nos para Fátima do Sul, por um tempo trabalhei como pedreiro, tempo depois eu consegui trabalho em uma fábrica e instaladora de padrões elétricos. Mnha esposa arrumou trabalho de doméstica, depois passou a trabalhar no DETRAN da cidade. 2003 foi o ano que marcou meu ministério, pois com muito trabalho fora e dentro da igreja, em dezembro recebemos onze novos membros, os quais foram recepcionados pelo pastor Gabriel Colhante, o qual substituiu Marcio Bandeira em Dourados. Naturalmente como um evangelista eu não podia realizar atos pastorais, razão pela qual a cada mês vinha um pastor/a do distrito para ministrar a Santa Ceia.
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Tenho pedido a Deus que me de a graça de anunciar e denunciar com graça, portanto a entrevista abaixo embora seja uma sátira, nas entrelinhas dela encontram-se aquilo que certa vez disse Charles Chaplin: “Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço, mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria. E neste espírito “charleschapliano” que neste post, abordarei a “questão homossexual e homossexualidade”.

Penso que criticar com graça é uma arte, e a arte esta em fazer graça criticando, mas sem menosprezar ou subestimar a inteligência do/a leitor/a. Então neste espírito da graça que alimenta a arte e a arte que emana da graça, vamos à pseudo-entrevista. Nela misturo humor com realidade a fim de mostrar como a Igreja muitas vezes reage repulsivamente ao homossexual, por não saber separá-lo do homossexualismo. Para tanto teci a questão num enredo onde respeitosamente simulo uma entrevista com o Reverendo Caio Fábio que tenta desvendar o “enigma do frango que atravessou a rua.” Você se surpreenderá com a eloqüência e elucubrações das respostas deste pensador cristão da atualidade. “Ficará mais surpreso ainda ao saber a resposta ao: ‘‘Enigma do Frango”.

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  • Há muito circula pela internet um artigo que de forma jocosa relata uma discussão sobre, quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada? No texto, cada pensador, instituição, igreja e etc. dão complexas respostas ao dilema, que só perde para o enigma de Tostines, o qual até hoje ninguém soube responder se ele: vendia mais porque era fresquinho, ou era fresquinho porque vendia mais“?”
  • Pensando sobre isto resolvi escrever este artigo, ele é uma abordagem bem humorada sobre o nosso jeito metodista de ser e resolver as coisas. Se alguém, se enxergar dentro do texto, parabéns, pois isso mostra que você realmente faz parte do Povo Metodista! E antes que alguém queira me “pegar”, lembro a vocês que faz parte do bom metodismo viver esta máxima de João Wesley: “Quanto a todas as opiniões que não danificam as raízes do cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar”.E a troca ou não de uma lâmpada ou as divergências sobre formas e razões sobre a troca da mesma, que jocosamente abordarei neste post não produzem tal dano a fé cristã. Ao menos é o que eu teorizo e espero!
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Apocalipse 3:20, Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

A fim de provocar uma reflexão sobre as contradições entre o que Cristo viveu e ensinou, e o que muitas vezes a Igreja vive e ensina, apresento uma situação envolvendo um jovem chamado HERMANOMEU, que após fatos ocorridos na Igreja, ao ler as Escrituras e comparar com os ensinos de sua avó e da Igreja, encontrou-se em uma profunda crise.

Longe de fazer apologia ao mundanismo, pois penso que a Igreja deve ser do “mundo” sem ser “mundana”, quero somente chamar a atenção para muitas das incoerências eclesiásticas contemporânea.

Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com certas denominações, líderes, movimentos, factos ou situações da vida real NÃO terá sido mera coincidência.

Rev. José do Carmo da Silva
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Dos muitos fatos ocorridos em minha infância, marcada pela pobreza e constantes mudanças de casas, pois nos faltava à própria, fulgura um acontecimento que ainda hoje me emociona. Considero-o, a maior lição prática sobre graça e misericórdia que vivi. O mestre que me deu tal lição foi meu pai, um negro baiano e analfabeto que mal sabia desenhar as letras do próprio nome.

Meu pai, Luis Zacarias da Silva, certa vez contou-nos que saíra de casa quando tinha dezesseis anos. Fora embora, após uma violenta surra que recebera de seu pai. Mostrou-nos, em suas costas as marcas das chicotadas, conseqüência de uma punição que recebera ao ser acusado pela madrasta de ter enfrentado-a. De outra feita, já havia sido severamente surrado, sob a alegação de que dava maus exemplos aos mais novos, os quais já não queria obedecer às ordens daquela que ocupara o lugar da falecida mãe deles.
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