Certa vez, fui pregar em uma Igreja Metodista, na cidade de Nova Andradina – MS, e após a pregação, fui com o pastor ao centro da cidade comer algo. Assentados a mesa, conversávamos sobre a mensagem pregada naquela noite, cujo tema fora: santidade, baseando-se no texto abaixo:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 2E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12. 1,2)

Comentávamos sobre os modismos, e de como muitas coisas estranhas estavam penetrando no meio evangélico brasileiro. Falávamos de que a Igreja recebeu o chamado para influenciar o mundo, porém o que estava ocorrendo em alguns casos era o oposto: a Igreja estava sendo influenciada pelo mundo. Em determinado ponto do nosso nostálgico rememorar cristão, o Reverendo Getro da Silva Camargo, pastor metodista em Nova Andradina, e Superintendente Distrital do Estado de MS, relembrando sua juventude, expressou-se com a seguinte frase: com o passar do tempo, “a água entrou na arca!”. Isso fez, aludindo a Igreja como uma “arca”, e a “água” como os modismos. A reflexão a seguir, nasce do rememorar desse bate-papo, tendo como base a expressão: “A água entrou na arca!”

Certa vez, fui pregar em uma Igreja Metodista, na cidade de Nova Andradina – MS, e após a pregação, fui com o pastor ao centro da cidade comer algo. Assentados a mesa, conversávamos sobre a mensagem pregada naquela noite, cujo tema fora: santidade, baseando-se no texto abaixo:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 2E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12. 1,2)

Comentávamos sobre os modismos, e de como muitas coisas estranhas estavam penetrando no meio evangélico brasileiro. Falávamos de que a Igreja recebeu o chamado para influenciar o mundo, porém o que estava ocorrendo em alguns casos era o oposto: a Igreja estava sendo influenciada pelo mundo. Em determinado ponto do nosso nostálgico rememorar cristão, o Reverendo Getro da Silva Camargo, pastor metodista em Nova Andradina, e Superintendente Distrital do Estado de MS, relembrando sua juventude, expressou-se com a seguinte frase: com o passar do tempo, “a água entrou na arca!”. Isso fez, aludindo a Igreja como uma “arca”, e a “água” como os modismos. A reflexão a seguir, nasce do rememorar desse bate-papo, tendo como base a expressão: “A água entrou na arca!”

.Aviso logo a quem ler este artigo, que não partilho das atitudes legalistas, “escapistas” e isolacionistas de muitos cristãos , que consideram tudo fora da grei evangélica, como sendo demoníaco, e por isso pecado. Creio que existem muitas coisas no mundo das artes, sem o rotulo evangélico gospel, ou o “imprimatur” Católico Romano, as quais Deus na sua soberania, pode usar para louvor de sua glória. Creio que apesar de suas imperfeições, os não convertidos a Jesus Cristo, podem criar boas coisas na área das sete artes, a saber: na Música, na Dança, na Pintura, na Escultura, na Literatura, no Teatro e no Cinema, das quais nós cristãos podemos dispor sem prejuízo para nossa fé e testemunho ao mundo. Contudo, penso que existem coisas ocorrendo em setores da Igreja Cristã, que extrapolam os limites do bom senso, e mesmo da racionalidade, chegando às raias do ridículo e da falta de discernimento. Dentre as artes acima citadas, meu enfoque é a música, pois dentre as artes, ela é a que mais tem influenciado a Igreja, principalmente a Evangélica. A Igreja é chamada a influenciar o mundo, porém o que vemos em alguns casos é o oposto: a Igreja sendo influenciada pelo mundo, passando cada vez mais longe do conselho de Paulo aos Romanos. Atualmente muitos cristãos, não só estão se conformando, mas também moldando-se ao que tem de pior no presente século, deixando de renovar suas mentes, ocupando-a com o que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável, de boa fama, possuindo virtude e algum louvor, devendo portanto ocupar seus pensamentos.

Quando se pensa que se viu e se ouviu de tudo na mídia brasileira, logo se é surpreendido por mais uma novidade no campo da música, e que se torna o Top Hits do momento. Aliás, em matéria de música, no Brasil já faz um bom tempo que a coisa vai de mal a pior, isso tanto no secular como no meio gospel, sendo este ultimo seguimento influenciado pelo primeiro.

Penso que tudo descambou mesmo, foi na década de 90, com as músicas do grupo “Mamonas assassinas”, cujos integrantes tragicamente morreram num acidente de avião na Serra da Cantareira, em São Paulo, quando voltavam de um show em março de 1996. No cenário da música nacional, muitos grupos de pagode como o: “Gera Samba” faziam um sucesso estrondoso, sempre com musicas, letras e danças de forte apelo sensual. Nos programas de televisão, ritmos dançados na “boca da garrafa” por mulheres seminuas, eram cantados na boca do povão. No embalo, velhos, jovens e até mesmo crianças, vestidas como as dançarinas do “Tchan” arriscavam um requebrado.

No meio Evangélico, no calor do movimento batalha espiritual, enquanto muitos crentes oravam tentando segurar e amarrar o diabo, o Gera Samba, com toda força da mídia, fazia shows por todo o Brasil, mandando: segurar e amarrar o “Tchan”, com coreografias que liberava a libido sexual de muitos dos que assistiam ao vivo, ou pela telinha. Mas o tempo passou, e muitos se perguntam: cadê o Tchan? O Tchan passou, assim como tudo passa, e hoje, uma de sua mais conhecida dançarina: Carla Perez se declara evangélica. Contudo, o novo milênio chegou.

E como um furacão, 2000, entrou ao som de um rugido vindo do “Bonde do Tigrão”. Funqueiros/as entraram em cena para mostrar que era chegada a hora e a vez do “batidão” no ritmo Funk. Com muita batida rítmica, letra pobre, e dançarinas seminuas, o Funk, explode, nas paradas de sucesso. O sucesso do Bonde do Tigrão é tanto, que ganha até um cover Gospel, por nome de “Bonde do Ungidão”, que inspiradíssimo cantava: “Quer mudar, quer mudar, Ungidão vai te ensinar, Eu vou passar óleo na mão Vou sim meu irmão Vou ungi você varão”… Enquanto a juventude não evangélica tentava preencher seu vazio existencial ao som de “Baba baby, baby, baba, baba” da cantora Kelly Key, no meio gospel ao som do batidão Funk, Kelly Krente, tenta igualmente preencher o vazio espiritual de muitos jovens evangélicos, e atrair outros não evangélicos.

No meio secular ainda iria piorar, pois eis que nas pradarias, surge uma galopante “Lacraia” montada na sua “Égüinha pocotó”. Depois de muito pocotó, pocotó, a “Lacraia” montou em sua “egüinha” e partiram para o pasto do esquecimento. Já não se escutava o torturante “poçotó, pocotó, pocotó”, mas, sim um igualmente irritante: ‘”Piririn, Piririn, Piririn, alguém ligou pra mim”. O som do “Piririm, Piririm, Piririm” era só para anunciar que “tapinha não dói”. Mas, segundo, noticias veiculadas no Jornal eletrônico: Ultimo Segundo no dia 20/03, o Hit doeu nos ouvidos, mexendo com o brio de algumas mulheres, da ONG Themis, que se sentindo ofendidas, entraram com uma ação na justiça, e obtiveram ganho de causa contra a música “Tapinha não dói”. A atitude da ONG doeu no bolso da empresa Furacão 2000 Produções Artísticas, que promete recorrer da decisão judicial, para não ter que desembolsar 500 mil reais. Agora diante do hit do momento, tais mulheres terão que lutar também, para provar que: embora algumas gostem de ser chamadas e vistas assim, nem todas as mulheres, se reduzem a mulher jaca, moraguinho, muito menos mulher melancia.

Talvez você esteja se perguntando o que isso tem a ver com a Igreja? Respondo-lhe, que não teria nada, se a igreja, ou seguimentos dela, não estivessem sendo influenciado por tais situações do meio secular. Um dia destes fiquei surpreso, ao passar por um grupo de Jovens que ouviam música em um aparelho de som portátil. Notei que as meninas estavam dançando, e pela batida da música e o jeito que elas dançavam, percebi que era Funk. Até ai nenhuma novidade, pois o Funk atualmente lidera as paradas de sucesso, tendo saído das favelas e penetrado nas boates da classe média.

E, o Top Hit do momento do batidão Funk, é a “Dança do Créu”. Aliás, parecia ser a dança do Creu que os jovens ouviam, mas, ao prestar atenção na letra da música, vi que não era o insólito “Créu”, mas algo ainda pior! Uma versão Gospel intitulada: “Dança do Céu”, e os ouvintes e dançarinos eram jovens Evangélicos! Refeito do susto fui para casa, e resolvi procurar na Internet algo sobre o assunto. Não demorou muito, me deparei com um vídeo da música na versão gospel, a qual vem fazendo grande sucesso em alguns encontros evangélicos, tendo sido um dos vídeos mais acessados do You-Tube.

A conclusão que cheguei, é que muitos no meio gospel brasileiro, estão aumentando o furo por onde a “água tem entrado na igreja”, pois cada vez mais, já não se escreve músicas, por meio da inspiração do Alto, com base em uma reflexão teológica, fruto de uma vida de reverencia com e diante de Deus, e com intenção de louvá-lo. Pelo contrário, muitas são escritas as pressas, parodiando os Hits do momento, da música secular, com intenção de obter lucro explorando o filão composto por trinta milhões ou mais de evangélicos. Alguém pode argumentar, mas e Hino Castelo Forte, de Lutero que foi baseado em uma música secular de seu tempo? Bom o ritmo pode até ter sido, mas penso que Castelo Forte se aproxima mais do salmo 46, e que naquela época, como até décadas atrás, mesmo no meio secular existia boas músicas, as quais infelizmente hoje estão cada vez mais raras.

Diante da “Dança do Céu”, versão gospel da insípida “Dança do Créu”, parafraseando a frase que ouvi de meu querido pastor Getro da Silva Camargo, digo que: não é a “água que entrou na arca” (igreja), mas sim o “fogo entrou na arca”, não fogo do Espírito Santo, mas sim fogo estranho! E somente por meio de aquela água prometida por Jesus em Jo 7.38 poderá ser apagado. Que Deus nos guarde, até que passe este vento, trazido por uma banda podre da onda Gospel, e que nos livre de ver uma coreografia da dança do Céu na Igreja.

Pr. José do Carmo da Silva. Igreja Metodista em Fátima do Sul

possuindo virtude e algum louvor, devendo portanto ocupar seus pensamentos.

Quando se pensa que se viu e se ouviu de tudo na mídia brasileira, logo se é surpreendido por mais uma novidade no campo da música, e que se torna o Top Hits do momento. Aliás, em matéria de música, no Brasil já faz um bom tempo que a coisa vai de mal a pior, isso tanto no secular como no meio gospel, sendo este ultimo seguimento influenciado pelo primeiro.

Penso que tudo descambou mesmo, foi na década de 90, com as músicas do grupo “Mamonas assassinas”, cujos integrantes tragicamente morreram num acidente de avião na Serra da Cantareira, em São Paulo, quando voltavam de um show em março de 1996. No cenário da música nacional, muitos grupos de pagode como o: “Gera Samba” faziam um sucesso estrondoso, sempre com musicas, letras e danças de forte apelo sensual. Nos programas de televisão, ritmos dançados na “boca da garrafa” por mulheres seminuas, eram cantados na boca do povão. No embalo, velhos, jovens e até mesmo crianças, vestidas como as dançarinas do “Tchan” arriscavam um requebrado.

No meio Evangélico, no calor do movimento batalha espiritual, enquanto muitos crentes oravam tentando segurar e amarrar o diabo, o Gera Samba, com toda força da mídia, fazia shows por todo o Brasil, mandando: segurar e amarrar o “Tchan”, com coreografias que liberava a libido sexual de muitos dos que assistiam ao vivo, ou pela telinha. Mas o tempo passou, e muitos se perguntam: cadê o Tchan? O Tchan passou, assim como tudo passa, e hoje, uma de sua mais conhecida dançarina: Carla Perez se declara evangélica. Contudo, o novo milênio chegou.

E como um furacão, 2000, entrou ao som de um rugido vindo do “Bonde do Tigrão”. Funqueiros/as entraram em cena para mostrar que era chegada a hora e a vez do “batidão” no ritmo Funk. Com muita batida rítmica, letra pobre, e dançarinas seminuas, o Funk, explode, nas paradas de sucesso. O sucesso do Bonde do Tigrão é tanto, que ganha até um cover Gospel, por nome de “Bonde do Ungidão”, que inspiradíssimo cantava: “Quer mudar, quer mudar, Ungidão vai te ensinar, Eu vou passar óleo na mão Vou sim meu irmão Vou ungi você varão”… Enquanto a juventude não evangélica tentava preencher seu vazio existencial ao som de “Baba baby, baby, baba, baba” da cantora Kelly Key, no meio gospel ao som do batidão Funk, Kelly Krente, tenta igualmente preencher o vazio espiritual de muitos jovens evangélicos, e atrair outros não evangélicos.

No meio secular ainda iria piorar, pois eis que nas pradarias, surge uma galopante “Lacraia” montada na sua “Égüinha pocotó”. Depois de muito pocotó, pocotó, a “Lacraia” montou em sua “egüinha” e partiram para o pasto do esquecimento. Já não se escutava o torturante “poçotó, pocotó, pocotó”, mas, sim um igualmente irritante: ‘”Piririn, Piririn, Piririn, alguém ligou pra mim”. O som do “Piririm, Piririm, Piririm” era só para anunciar que “tapinha não dói”. Mas, segundo, noticias veiculadas no Jornal eletrônico: Ultimo Segundo no dia 20/03, o Hit doeu nos ouvidos, mexendo com o brio de algumas mulheres, da ONG Themis, que se sentindo ofendidas, entraram com uma ação na justiça, e obtiveram ganho de causa contra a música “Tapinha não dói”. A atitude da ONG doeu no bolso da empresa Furacão 2000 Produções Artísticas, que promete recorrer da decisão judicial, para não ter que desembolsar 500 mil reais. Agora diante do hit do momento, tais mulheres terão que lutar também, para provar que: embora algumas gostem de ser chamadas e vistas assim, nem todas as mulheres, se reduzem a mulher jaca, moraguinho, muito menos mulher melancia.

Talvez você esteja se perguntando o que isso tem a ver com a Igreja? Respondo-lhe, que não teria nada, se a igreja, ou seguimentos dela, não estivessem sendo influenciado por tais situações do meio secular. Um dia destes fiquei surpreso, ao passar por um grupo de Jovens que ouviam música em um aparelho de som portátil. Notei que as meninas estavam dançando, e pela batida da música e o jeito que elas dançavam, percebi que era Funk. Até ai nenhuma novidade, pois o Funk atualmente lidera as paradas de sucesso, tendo saído das favelas e penetrado nas boates da classe média.

E, o Top Hit do momento do batidão Funk, é a “Dança do Créu”. Aliás, parecia ser a dança do Creu que os jovens ouviam, mas, ao prestar atenção na letra da música, vi que não era o insólito “Créu”, mas algo ainda pior! Uma versão Gospel intitulada: “Dança do Céu”, e os ouvintes e dançarinos eram jovens Evangélicos! Refeito do susto fui para casa, e resolvi procurar na Internet algo sobre o assunto. Não demorou muito, me deparei com um vídeo da música na versão gospel, a qual vem fazendo grande sucesso em alguns encontros evangélicos, tendo sido um dos vídeos mais acessados do You-Tube.

A conclusão que cheguei, é que muitos no meio gospel brasileiro, estão aumentando o furo por onde a “água tem entrado na igreja”, pois cada vez mais, já não se escreve músicas, por meio da inspiração do Alto, com base em uma reflexão teológica, fruto de uma vida de reverencia com e diante de Deus, e com intenção de louvá-lo. Pelo contrário, muitas são escritas as pressas, parodiando os Hits do momento, da música secular, com intenção de obter lucro explorando o filão composto por trinta milhões ou mais de evangélicos. Alguém pode argumentar, mas e Hino Castelo Forte, de Lutero que foi baseado em uma música secular de seu tempo? Bom o ritmo pode até ter sido, mas penso que Castelo Forte se aproxima mais do salmo 46, e que naquela época, como até décadas atrás, mesmo no meio secular existia boas músicas, as quais infelizmente hoje estão cada vez mais raras.

Diante da “Dança do Céu”, versão gospel da insípida “Dança do Créu”, parafraseando a frase que ouvi de meu querido pastor Getro da Silva Camargo, digo que: não é a “água que entrou na arca” (igreja), mas sim o “fogo entrou na arca”, não fogo do Espírito Santo, mas sim fogo estranho! E somente por meio de aquela água prometida por Jesus em Jo 7.38 poderá ser apagado. Que Deus nos guarde, até que passe este vento, trazido por uma banda podre da onda Gospel, e que nos livre de ver uma coreografia da dança do Céu na Igreja.

Pr. José do Carmo da Silva. Igreja Metodista em Fátima do Sul

comentários
  1. Bate Papos disse:

    E me parece que foi um Longo bate papo!
    O nome De Deus sempre e Bem Vindo Que o Nome De Deus Seje lovado Nao os Dos pastores!
    Deus Acima de tudo!

  2. marcelo disse:

    gostei muito da maneira como escreve vejo que gosta de ed rene kitz muito bom pastr visite meu blog
    paz do Senhor

  3. A vós, graça e paz da parte de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo!

    Estamos visitando o vosso blog, através da Comunidade Nacional de Blogueiros Cristãos – CNBC…

    Aproveite para inserir um de nossos selos da CNBC no seu blog para identificar-lhe como membro. Acesse o endereço http://selos.blogueiroscristaos.com

    Deus lhe abençoe e aos seus ricamente…

    Fraternalmente.
    James, administrador CNBC.
    http://www.jesusmaioramor.blogspot.com

  4. Marcos disse:

    Muito interessante este blog!
    Faço parte das Pastorais da Juventude, da Igreja Católica, e recomendarei este blog à todos da pastoral daqui de Curitiba!

    Realmente, poucos religiosos se despem desta visão “política” e fanática, que é vista hoje em dia. Ter a coragem de criticar d forma limpa e honesta é coisa para poucos!

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